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Ricardo Barros na ativa

Depois de passar por um procedimento programado de angioplastia no fim de semana, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, já retornou à ativa em Brasília. Nesta segunda (6), Barros anunciou ações e investimentos para melhorar a qualidade de vida da população idosa.

Batizada de estratégia nacional de promoção do envelhecimento saudável, a campanha vai qualificar o atendimento à população idosa, com a reorganização dos serviços, capacitação dos profissionais da saúde e ações integrativas com a assistência social.

“Temos que articular com outras áreas do governo para dar uma atenção maior aos idosos. É um projeto mais amplo, um conjunto de medidas na tentativa de caminhar para financiar a saúde e não a doença. Essas ações são para que eles não fiquem doentes, pois queremos preservar a saúde dos idosos”.

6 Comentários

  1. Walderez Pohl da Silva Responder

    Esse aí é o mesmo que deu todo apoio para ferrar os idosos que ainda conseguem ter um plano de saúde? E ainda disse que “não há almoço grátis? Grande f.d.p. aguarde as próximas eleições.

  2. Ednaldo Guarapuava Responder

    Conheci o Ricardo quando ele era Deputado Federal no primeiro mandato, até hoje ele tem a mesma energia e fibra para o trabalho.

  3. Que bom que esta bem e trabalhando pela nossa saúde. A gente precisa mesml de uma atenção maior.

  4. Tudo leva a crer que a produção de aforismos prolixos do ministro tanto quanto da vice-governadora é um forte trunfo familiar.
    Chamo a atenção dos possíveis eleitores desses futuros candidatos de que antigamente a prolixidade (“.. medidas na tentativa de caminhar para financiar a saúde…”, em vez de medidas para financiar a saúde.) era considerada como sinal infalível de mediocridade.
    Provavelmente chamará a atenção dos eleitores mais velhos a falta de proposta do ministro relativa aos idosos quando ele diz: “Temos que articular com outras áreas do governo para dar uma atenção maior aos idosos.”
    Notem que falta até o sujeito na frase. Afinal quem é que tem de articular? O ministro, os idosos, outros? Quem? Quando? Como? O arrazoado do ministro não passa de pura “abobrinha”.
    Cuidado eleitores.

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