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Azedou o humor das igrejas

João Doria vetou emenda que previa isenção de taxas administrativas para igrejas na cidade de São Paulo, incluída em projeto aprovado pelos vereadores no final de outubro. Segundo Doria, o privilégio desrespeitaria a Lei de Responsabilidade Fiscal, a de Diretrizes Orçamentárias e a lei orçamentária. Além de violar o princípio constitucional da isonomia ao pedir tratamento privilegiado às igrejas. Ora, pois, a o observação vale para todas as administrações municipais e estaduais. Inclusive as de Curitiba e do Paraná.

7 Comentários

  1. Pastores vivendo em mansões..andando de carro importado e térnos de grife..comendo filé mignon….e não querem pagar impostos???;;;fala sério????????????????????

  2. PEDROCA DO SUDOESTE Responder

    Justo e correto a atitude do EDIL. Pra quê mais privilégios para as igrejas ? Já não pagam impostos, querem mais mordomia.

  3. Mas as realidades são totalmente diferentes, o prefeito paulistano talvez não deva a sua eleição já em primeiro turno, a nenhuma igreja ou igrejas. Aqui a coisa parece ser bastante diferente, o prefeito parece dever favor para todo mundo, com certeza a muitos donos de igrejas. A coisa não deve variar muito nas cidades em que o prefeito concorda em isentar igreja da cobrança de taxas administrativas.

  4. Observador Atento Responder

    Ceritissima a atitude do prefeito de São Paulo. Não tem sentido isentar igrejas de taxas administrativas. Também devem pagar o imposto de renda referente às contribuições do fieis.

  5. Acho muito sem charme quando alguém se expressa como Pedro Girardi. A propósito, por que vc não lê algo sobre a inquisição ou sobre as festas nas igrejas católicas? Isso lhe fará bem. Ah, em tempo: dê tb uma olhadinha naquele banco lá em Roma. A boa informação traz crescimento ao homem, até mesmo para aquele que eventualmente se esconde atrás de um nome falso.

  6. Parreiras Rodrigues Responder

    As igrejas não pagam impostos e os padres e pastores moram no mesmo terreno delas. Ah! tá bom…

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