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Curitiba oblíqua e dissimulada em tempos de revolução

No contexto da proclamação da República que não foi ou da parada militar que pareceu ser, Jesuíno Marcondes foi um dos raros paranaenses com percepção das incoerências insustentáveis do novo regime. Esse que foi o último administrador do Paraná do período monarquista optou pelo exílio na Suíça, após ter sido deposto. A farta correspondência que manteve com familiares e amigos a partir de Genebra espelha uma Curitiba feita de sussurros de famílias desconcertadas com os rumos assumidos pela política local no início da República, especialmente durante a Revolução Federalista.
Nas cartas recebidas pelo Conselheiro, a agitação já se fazia sentir desde meados de 1891. No início de 1893, a invasão do Paraná pelos federalistas vindos do Sul era vista como iminente.
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