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Escola sem partido no Senado

O senador Cristovam Buarque, designado relator do projeto que prevê a inclusão na Lei de Diretrizes e Bases do Programa Escola Sem Partido, entregou relatório pela rejeição da proposta. A matéria estava na pauta da Comissão de Educação, Cultura e Esporte de hoje, mas foi retirada a pedido do próprio autor, senador Magno Malta. Ele encaminhou requerimento à Mesa solicitando a retirada de tramitação em definitivo da proposta no Senado.
Mesmo com o projeto retirado da pauta, Cristovam Buarque reafirma seu parecer contrário à proposta e recomenda sua rejeição. Para Buarque a ideia é óbvia: a escola tem que ter todos os partidos e nunca esconder a realidade de nossa sociedade que é a existência de diversas opiniões, predileções, ideias. Ele é contra o doutrinamento dentro das escolas, que é outra coisa, mas totalmente a favor da liberdade de discussão e da pluralidade de assuntos.
“Em regimes autoritários a possibilidade dessa lei nem existiria, porque o assunto é único. Mas numa democracia, nós devemos deixar que haja liberdade de debate e diálogo”.

2 Comentários

  1. Pelo menos uma coisa boa vinda do senado. Essa escola sem partido, como é óbvio, tem partido. O partido do atraso, do reacionarismo, da censura e do obscurantismo. Basta entrar no site deles para comprovar.

  2. Uma vez pestsita sempre pestista. Escola sem doutrinação esquerdista ou socialista hoje é coisa rara, só nas privadas porque até nas confessionais e coisa não é tão “pluralista” como propõe o ex-ministro da Educação.

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