Uncategorized

‘Me senti como um nada’

“Eu me senti desamparada, porque infelizmente Rosa Weber nem olhou o mérito da questão. Eu me senti como um nada. Uma brasileira que fez um pedido e esse pedido não foi ouvido. Eu me senti muito desamparada pelo Judiciário. Estar sozinha numa gravidez, eu já passei por isso. Eu sei muito bem o que me espera. E porque eu sei muito bem o que me espera é que eu falo que eu não quero ter, não quero continuar com essa gestação”. – Rebeca Mendes Silva Leite, 30 anos, grávida de 7 semanas, estudante de Direito e mãe de dois meninos, que pediu ao STF o direito de fazer aborto.

6 Comentários

  1. E o pai desta criança, não pode ficar com ela? E a futura mamãe não pensou em deixar esta criança para adoção? E a família dela o que diz disto? A coisa precisa ser assim, radical? Jeito só não se dá para morte, mas morte aqui só para o bebê.

  2. Com todas as campanhas feitas pelo ministério da saúde, postos de saúde informando sobre metodos contraceptivos, abriu as pernas sem medo de ser feliz, agora quer que o judiciário resolva seu problema, se não quer a criança entregue para adoção! Hipocrisia pouca é bobagem!

  3. E o direito de não dormir sem calcinha? Imagina se a moda pega? Fez caca e quer que os outros resolvam? Que tal propor que se mate as duas? Afinal de contas matar é matar e tanto faz uma como outro.

  4. Se sentiu como um nada? E a pobre criança, como se sente no útero dessa mãe que não a quer? Espero que esse ou essa pequenina nasça, e que seja dada a uma família que o/a ame, e que, no futuro, não leia o que a mãe dela escreveu acima.

  5. HORA DA VERDADE Responder

    Reincidente especifica. Errar uma vez é humano, duas é burrice, três é canalhice. Ainda diz “estudar direito”, caso a Min. desse uma medida protetiva a esta fulana, o mundo desabaria sobre ela. Dois partos, duas gravidez, não sabia como evitar a terceira? Medida correta seria a Justiça interditar esta criatura e submete-la a uma esterilização para que logo não apareça um quarto filho. Deu no que deu. A independência da mulher tem excessos que só mesmo o tempo irá colocar este “feminismo exacerbado” na linha correta da mulher com maternidade responsável.

Comente