Uncategorized

‘A caneta é minha’

O corregedor nacional de Justiça, ministro João Otávio de Noronha, assinou norma nesta sexta-feira (1º) que condiciona o pagamento de verbas indenizatórias extraordinárias a magistrados de todos os tribunais do país a um aval do CNJ. Com isso, tenta barrar a farra do desembolso de auxílios retroativos milionários a juízes. O ato estabelece que as cortes devem encaminhar os pedidos “devidamente instruídos”, com cópia do processo que reconheceu os valores como devidos.

Houve reação imediata ao texto do CNJ. Cortes como o TJ de São Paulo temem que o pagamento de auxílios já autorizados e reconhecidos há anos seja interrompido. Algumas verbas indenizatórias são tão altas que o desembolso é feito em várias parcelas.

3 Comentários

  1. CASTAS DE SANGUESSUGAS, CONTAMINARAM A REPÚBLICA E AGORA TEM DIFICULDADES PARA LARGAR O OSSO!
    ALÔ CORREGEDOR DO CNJ, Dr NORONHA. E QUANTO AO TRIBUNAL DE CONTAS DO PARANÁ???? SE FOR DEPENDER DO PODER LEGISLATIVO DO PARANÁ ESTAMOS FERRADOS NÉ?

  2. Ludovico Serpa Responder

    estamos diante de um bando de picaretas e salteadores do erário, que se portam como quadrilheiros…….

Comente