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Osmar volta a contestar denúncias de que recebeu dinheiro da Odebrecht

Um assunto que Osmar Dias acreditava enterrado há meses voltou à baila na manchete do site da Gazeta do Povo. Não há novidade, apenas informa que na esteira das delações da Odebrecht, Osmar Dias (PDT) é investigado pela Justiça Federal em Brasília. Candidato ao governo do Paraná nas eleições de 2018, Osmar não tem mandato eletivo e essas investigações podem tramitar na primeira instância do Judiciário.

Na época em que o caso veio à tona, em abril, Osmar negou com veemência ter recebido de forma ilegal dinheiro da Odebrecht para sua campanha de 2010. Disse que nunca esteve com o delator Fernando Luiz Ayres da Cunha Santos Reis, que nem conhece o delator. “Eu nunca recebi um centavo da Odebrecht. Fui candidato a governador, não tesoureiro da campanha”, reforçou Osmar. Na ocasião, Carlos Lupi, presidente nacional do PDT, também rechaçou a narrativa do delator e isentou Osmar de qualquer responsabilidade sobre os recursos oriundos do diretório nacional do PDT.

Por que isto retorna com essa força na mídia? Osmar Dias é candidato a governador e isso pode explicar muito desse imbróglio. Recentemente ele provocou a irritação de parte da imprensa que não viu com bons olhos sua aproximação ao senador Requião, do PMDB. Há meses, Osmar Dias contestou todas as acusações. A investigação foi aberta com base no relato do delator Fernando Reis, ex-presidente da Odebrecht Ambiental. Em depoimento prestado à Procuradoria-Geral da República (PGR) em 13 de dezembro de 2016, Reis disse que a campanha eleitoral de Osmar ao governo do Paraná, no ano de 2010, teria recebido R$ 500 mil por meio de caixa 2 (ou seja, sem prestação de contas oficial à Justiça Eleitoral). Na Odebrecht, segundo Reis, Osmar recebeu o codinome “Caim”. “Justamente pela briga dele com o irmão, Alvaro Dias, me ocorreu a referência a Caim e Abel”, comentou o delator.

Osmar demonstrou que recebeu dinheiro do Diretório Nacional do PDT, como atestou seu presidente Carlos Luppi. Se ele veio de outra fonte, no caso a Odebrecht, para chegar ao partido, não é responsabilidade sua. O dinheiro foi pedido pelo presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, que envolveu o nome de Osmar Dias sem que este soubesse ou permitisse.

2 Comentários

  1. Esta Deficil,Voce reconduzir um político a nova função, em todos os momentos,aparecem novas denuncias com os politicos.Acho seguinte, hoje e necessário,uma intervenção da policia federal,e do Exercito,para depurar o que Ai esta,desde Sarney a Temer,Congresso Nacional e STF,urgente!!! Nao tem outra saída. Cadeia ou PAREDON aos culpados,pela morte de tantos inocentes.Somos o Pais mais violeno do Mundo!!

  2. Sergio Silvestre Responder

    Não tem assunto nenhum na mídia sobre isso mas o BLOG da uma forcinha para os adversários do Osmar

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