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Bibinho e ex-funcionários da Assembleia são condenados

A Justiça condenou 16 funcionários que eram ligados ao gabinete do deputado estadual Nelson Justus (DEM), à época em que ele era presidente da Assembleia Legislativa do Paraná. Acusados de crimes de formação de quadrilha, peculato (desvio de recurso público), falsidade ideológica e lavagem de dinheiro, foram sentenciados a penas que, juntas, somam 195 anos de prisão.

Bibinho sofre sua 17ª condenação. Ele está preso desde novembro e foi condenado em outra ação criminal a 23 anos em regime fechado.

5 Comentários

  1. NÃO VOTE EM QUEM JÁ FOI Responder

    E o chefe dos ladrões só porque completou 70 anos não vai em cana?

  2. NÃO VOTE EM QUEM JÁ FOI Responder

    E o chefe da quadrilha vai ficar impune só porque completou 70 anos?

  3. E o chefe Nelson Justus vai sair de fininho? Está mais do que provado que desviou dinheiro público, conforme apurou reportagem da RPC, revelando os segredos contidos nos Diários Secretos da nossa gloriosa Assembléia Legislativa. Será que o santo do Justos é tão forte assim, para livrá-lo da cadeia? Justiça do Paraná, o tempo está passando rápido, favorecendo a prescrição destes crimes praticados por este corrupto de colarinho branco Paranaense. Afinal, nossas instituições funcionam ou estão acobertando este safado?

  4. E o chefe Nelson Justus vai sair de fininho? Está mais do que provado que desviou dinheiro público, conforme apurou reportagem da RPC, revelando os segredos contidos nos Diários Secretos da nossa gloriosa Assembléia Legislativa. Será que o santo do Justos é tão forte assim, para livrá-lo da cadeia? Justiça do Paraná, o tempo está passando rápido, favorecendo a prescrição destes crimes praticados por este corrupto de colarinho branco Paranaense. Afinal, nossas instituições funcionam ou estão acobertando este safado?

  5. E aí Justiça do Paraná, alguém pode explicar pôr que o indivíduo que desviou milhões da AL ainda está livre, leve e longe das grades, só curtindo Guaratuba e o resto do litoral, gastando o dinheiro do contribuinte, omo se nada tivesse acontecido?

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