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Quem tem boca vai a Roma

O ex-diretor-geral da PF Fernando Segovia foi nomeado adido em Roma. Para isso, Temer deu uma rasteira em todas as etapas do processo. As normas internas da PF, quando cumpridas em sua totalidade, preveem que, antes de o decreto ser publicado, o nome passa por análise de vários órgãos, até mesmo do país que vai receber o adido. Nada disso foi feito e o decreto que costuma demorar até seis meses, saiu em dois dias.
O ministro da Justiça, Torquato Jardim, explicou: “É razoável e oportuno que seja alterada a regra para que Segovia vá para Roma, em face da tradição de que o diretor-geral está em condição de aposentadoria.”

2 Comentários

  1. Eu diria que mais apropriado neste caso é aquele proverbio: “Quem fala demais dá bom dia a cavalo”, mas parece que Segóvia saiu-se melhor. O que será que o homem tem a esconder do Temer?

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