Uncategorized

Samba do crioulo doido

“Ela nasceu em uma família rica. É óbvio que em um país desigual como o nosso, uma mulher pobre não seria a primeira a se eleger”. Professora Josete, ontem na Câmara de Vereadores a falar sobre sobre o Dia Internacional da Mulher e citar a médica paulista Carlota Pereira Queiroz, primeira mulher eleita no Brasil em 1934.
A pseudo luta de classes da professora atravessou o samba e acabou dando tinta diferente à conquista da primeira deputada do país.

(Foto: Chico Camargo/CMC)

3 Comentários

  1. TUDO CASCATA, EM UM PAÍS ONDE FAMÍLIAS PROSTITUTAS COM PODERES FAZEM SEUS JOGOS PARA MANIPULAR SEMPRE LEVANDO EM CONTA OS INTERESSES PROSTITUTOS: SANGUÍNIO, FINANCEIROS E SEXUAL.

  2. Me parece que os esquerdistas são frustrados e invejosos pela conquista dos outros e que a pobreza é um atributo a ser preservado. É a única bandeira ao qual se agarram. Fora isto, são incompetentes para criar qualquer coisa de útil para a cidade. Qual é o discurso esquerdista que não usa a técnica do coitadismo utilizando as palavras povo, pobreza, perseguição, classes, elite, rede globo e tantas outras de mesmo peso? É muito difícil para esse pessoal entrar no século XXI. Por incapacidade.

  3. Daniel, o ateu atento Responder

    Será que ela tem noção de que classe social eram os homens que eram eleitos à esta época?
    Na verdade, ter patrimônio era condição sine qua non para candidatar-se a qualquer coisa.
    Não eram pobres. A senhora citada era médica, foi eleita. E tudo que esta anta enxerga é que ela era rica.
    Esta, se cair de quatro, não levanta sem ajuda.

Comente