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Candidaturas-laranja

Para dar conta dos 30% dos recursos que a lei manda destinar para candidaturas de mulheres, em 2016 os partidos recorreram à velha prática de usar a laranjada.
O Tribunal Superior Eleitoral identificou que pelo menos 15 mil candidatas não tiveram único voto.
Neste ano, a regra continua valendo, mas não garante nada, porque além do artifício de candidatas-laranja, ainda há o texto da lei, que não obriga espalhar o percentual e pode simplesmente usa-lo inteirinho com uma concorrente ou algumas, o que, no final das contas não atinge o objetivo de aumentar a representatividade feminina na política.

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