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Viatura da PM para transportar propina

Segurança máxima no vaivém de grana de propina no Rio, segundo um delator da Operação Ressonância. Diz o preso que viaturas da Polícia Militar do Rio de Janeiro foram usadas para recolher o “pedágio” cobrado da empresa para participação em licitações do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia.
O dedo-duro em questão é o dono da Per Prima Comércio e Representação, Leandro Camargo, que confessou que entre 2003 e 2008 participou do esquema e apontou às autoridades 70 licitações em que o cartel atuou, citando ao menos 37 empresas envolvidas no esquema.
A Operação Ressonância investiga fraudes em licitações na Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro e no Instituto Nacional de Traumatologia desde 1996.

1 Comentário

  1. É lamentável que a saúde dos brasileiros sirvam de meios para
    enriquecer toda esta tigrada. O grande exemplo que a justiça precisa
    dar é deixar estes caras apodrecerem na cadeia e bem velhinhos jo-
    garem no precipício.

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