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Homicídios merecem bala, não a Lei, diz Bolsonaro

Bolsonaro esteve no Pará e em sua discurseira a respeito de segurança pública, citou um caso de um assassinato local envolvendo disputa de terras.
Sobre o ocorrido ele afirmou que os assassinos não merecem a Lei, merecem bala. Para completar com a afirmação de que “a arma de fogo é um direito de vocês. É um direito do cidadão de bem. E, mais importante do que a defesa da sua vida, é a defesa da nossa liberdade”.

(Foto: Google/Reprodução)

5 Comentários

  1. Embora eu concorde com o Bolsonaro de que bandido se trata na bala e que bandido bom e bandido morto enterrado de ponta cabeça, eu discordo veementemente sobre a liberação de porte de arma.

    Seria lindo se toda vez que entrasse um bandido para assaltar um pai de família, este, na defesa dos seus, pegasse sua arma e eliminasse o criminoso na hora. Que maravilha.

    Infelizmente, teremos outro lado da moeda, qual seja, mortes banais.
    Tem cidadão que, com uma arma, ele se transforma (não venham falar sobre testes psicológicos e tal pois isso seria um paliativo.
    Teríamos morte dentro de casa simplesmente porque a mulher não fez comida; ou porque o marido se atrasou no serviço; teríamos morte de criança que acha arma, enfim, uma série de tragédias.

    Penso que isso não diminuiria os assaltos. Os bandidos continuariam entrando pra roubar, porém, mais precavidos, pois saberiam que há grande possibilidade de haver uma arma em casa.

    Ou seja, acredito que somente as forças policiais devem estar armadas e combater os criminosos eliminando-os.
    O que precisa é dar mais força, autonomia e autoridade para as forças policiais.

    Em suma, bandido se trata como bandido e não como humano, pois ele, ao cometer atrocidades, deixou de ser humano faz horas.

  2. Bandidos não precisa de porte de arma correto já o cidadão honesto esses precisão portanto Bolsonaro bala nos bandidos pois o único gasto é com a certidão de óbito

  3. Paranaense, seu texto é parcialmente correto. Discuto somente o argumento da família. Para que seja liberado o uso de arma pela população, certamente teremos uma série de exigências, tal como acontece com a CNH. Se você comparar o número de mortes praticado por tresloucados americanos com o número de assassinatos pela marginalidade no Brasil, que não bastasse roubar suas vítimas ainda as mata, vamos ter um resultado tão assustador que você acabará por concordar com o presidenciável Jair Bolsonaro neste quesito. Claro, e é evidente, que precisamos melhorar o aparelho policial, desde as exigências para ingresso, treinamentos e salários, mas acredito que isto também faça parte da pauta de Bolsonaro, afinal ele defende melhoria na segurança pública como um dos pilares do desenvolvimento de um povo , ao lado da saúde e da educação..

  4. Veredito.
    Muito oportuno seu comentário, mas continuo com minha posição.
    Falo com propriedade: enquanto ROUBOS aumentaram exponencialmente, o LATROCÍNIO teve modestos aumentos.
    Ou seja, o ladrão, conhecedor da lei, ao entrar para roubar, a última coisa que quer é matar, pois sabe que o BO é grande. Não é questão de dó ou pena por parte do bandido, ele está pensando unicamente em si.

    Enquanto em um Roubo ele fica em torno de 1 a 2 anos preso (fechado), no Latrocínio ele ficará uns 10 fechado.

    Ainda penso que, 10 bandidos mortos por pais de família não compensa uma única criança que achou a arma do pai e matou seu irmãozinho.

    Defendo a prisão perpétua, extinção de regimes/progressão de pena e amparo e medalhas para o policial que matar bandidos no cumprimento do dever.

    Mas sinceramente, armar a população e “tentar fazer um controle” não me parece sensato. Dá-me a seguinte impressão: “não fomos (Estado) capazes de dar segurança, então, cada um por si e Deus por todos”.

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