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Maluf continua deputado

O Conselho de Ética da Câmara não conseguiu decidir a cassação do mandato de Paulo Maluf. Os deputados André Fufuca e Fábio Ramalho pediram vista, disseram que precisam de mais tempo para buscar informações sobre o processo no STF e adiaram a novela.
Maluf, que foi condenado a sete anos, nove meses e dez dias de prisão, por lavagem de dinheiro, ficou preso por quase três meses e, “por motivos de saúde”, voltou para casa. Há pouco mais de um mês, ele anunciou que seria candidato em 2018.

(Foto: Leonardo Benassatto/Reuters)

4 Comentários

  1. O corporativismo dos políticos é de matar. Os caras pedem “vistas”
    para ganharem tempo. Deveria ser chamado de “vista longa” ou “a
    perder de vista”. São um bando de ladrões mesmo !!!

  2. Caro FÁBIO, é lamentável ler esse tipo de informe, e muito mais lamentável é saber da existência de parlamentares desse quilate. Esses VELHOS parlamentares, e com ações desse porte, é que devem voltar para casa, serem sumariamente extirpados do parlamento, eles fazem MAL ao conjunto do parlamento. Atenciosamente.

  3. Parreiras Rodrigues Responder

    Enquanto isso, centenas de vereadores de micro-cidades interioranas que foram denunciados por darem uma camiseta pra pescaria, uma bola de futebol prá mulecada do sítio, pago uma conta de luz dum compadre, tiveram os seus mandatos cassados.

  4. Gaudério do Piquiriguaçu Responder

    A autofagia não faz parte das tradições da nossa burguesia estatal parasitária. Desde 1.500. Podem se desentender pontualmente aqui e ali, por causa da marca do vinho importado, da griffe da gravata ou do shopping center preferido, mas quando o bicho pega, em geral funciona o espírito de classe. A condenação de Maluf – talvez o mais notório subproduto da “Redentora” de 64 – foi, a rigor, algo totalmente fora do script. Parcialmente amenizado/”corrigido” com sua volta para casa “por motivo de saúde”. Venceu a tradição.

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