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A campanha nas redes

Os marqueteiros estão dedicando tempo e recursos às redes sociais. Muitos têm a esperança de sanar o pouco tempo de TV com publicações e contam com simpatizantes para espalhar conteúdos. Mas poucos entenderam que a concorrência é igual para todos e que a multiplicação de postagens, mesmo as pagas, têm limitações de alcance. Pior, trazer para as redes o formato da televisão nem sempre dá certo.
Para tentar sanar as deficiências de comunicação, Geraldo Alckmin e Henrique Meirelles contrataram quase 50 pessoas para tratar do assunto. Marina Silva chamou voluntários e João Amoêdo tem quatro pessoas para postagens.
Com influência mesmo nos canais da internet só Jair Bolsonaro e Lula.

2 Comentários

  1. Bolsonaro tomou conta da Internet, fato inegável, será eleito, as pessoas só falam e procuram saber sobre ele, o Brasil se cansou dos ladrões Marxistas e Sociais Democratas!

  2. antonio carlos Responder

    Quem saiu na frente e não perde mais a liderança é o capitão. Os pestistas correm atrás mas sem candidato até agora a coisa fica difícil. Os outros só agora se deram conta de que a eleição não vai se decidir com a propaganda na TV.

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