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MP Estadual e Federal falam em ‘coincidência’ de operações

Guilherme Voitch, VEJA

O Ministério Público Estadual (MPE) e o Ministério Público Federal (MPF) no Paraná garantem que as duas operações realizadas contra Beto Richa (PSDB) desta terça-feira, 11, ocorreram de forma “independente”. “Ninguém vai acreditar, mas foi uma coincidência”, garantiu o coordenador do Gaeco, Leonir Battisti.

Enquanto a operação Rádio Patrulha do Gaeco prendeu o ex-governador Beto Richa, a esposa Fernanda, o irmão José Richa Filho e outas doze pessoas, a Lava Jato levou para a cadeia Deonílson Roldo, ex-chefe de gabinete do tucano, o empresário Jorge Theodócio Atherino, apontado como “operador financeiro do ex-governador”, e Tiago Correia Adriano Rocha, identificado na investigação como “braço-direito de Jorge”.

4 Comentários

  1. Tadeu urbanisk Responder

    Kkkkkk
    Piada, se tem indícios é necessária a prisão?
    Período eleitoral os justiceiros, querem se aparecer
    Foi assim Alckmin, Hadad agora Richa.

  2. Sendo assim o Beto Richa saindo da prisão do Gaeco vai direto preso na Polícia Federal?
    #somostodosbetopreso

  3. COINCIDÊNCIA são os valores do meu contra cheque todo o mês o mesmo a muitos anos kkkkkkkkkkkkkkk

  4. O MUNDO DA POLÍTICA NO BRASIL É ASSIM, QUANDO ESTÁ FOFO, SOU PARCEIRO. CAIU EM DESGRAÇA SÍFÚ?KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK!!!

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