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Pedir votos a funcionários é coação, diz MPT

O Ministério Público do Trabalho divulgou nota pública para alertar empresários e sociedade civil sobre a proibição de imposição, coação ou direcionamento político na escolha de empregados.
Ontem, uma carta assinada pelo presidente do Grupo Condor, Pedro Joanir Zonta, direcionada a seus colaboradores viralizou na internet. No documento, Zonta declara apoio a Jair Bolsonaro, faz críticas à esquerda e diz se comprometer em não cortar o 13º salário e férias de seus funcionários. Há algum tempo, Luciano Hang, dono das Lojas Havan, promove atos de campanha com seus colaboradores e lança ameaça de demissões caso Bolsonaro não vença as eleições.
Segundo o MPT, a prática fere o respeito e a proteção à intimidade e à liberdade do cidadão-trabalhador no processo eleitoral e pode caracterizar discriminação em razão de orientação política, o que pode ser alvo de investigação e ação civil pública por parte do MPT. Esse tipo de ação é considerada uma coação psicológica, moral, econômica ou social do empregador em relação ao trabalhador, objetivando o direcionamento de votos de seus trabalhadores a determinado candidato ou partido político.
As informações são do Paraná Portal.

9 Comentários

  1. A Justiça do trabalho mais uma vez mostrando a que veio, somente para infernizar a vida do empresário, o patrão não poder manifestar aos empregados sua preferência, é uma ditadura branca. O voto é secreto, intransferível e o fato do patrão apenas manifestar não significa que o indivíduo é obrigado a votar. Mas aqui é o Brasil, hoje semi socialista que querem transformar numa Nação socialista autêntica.

  2. eleitor desmemoriado Responder

    KKK duvido muito das queixas do MPT, os empresários não estão impedidos de fazer campanha para quem quer que seja. O que não podem fazer é coagir os empregados . Mas duvido muito que o Zonta tenha dito que vai “continuar respeitando a lei”, ele só está fazendo o que tem que fazer. . Como também duvido que o dono da Havan vá demitir os seus empregados em caso de vitória do poste do 51. Quiçá os donos da rede de supermercados e da lojas de departamentos estejam sinalizando é que se a casa continuar desabando eles caiam fora, vão procurar outros lugares para trabalhar, gerar empregos e ganhar dinheiro. O dono da Centauro também se posicionou politicamente.

  3. Será que dessa vez o Oscar Maroni vai oferecer os produtos que vende, além das cervejas?!?
    Quando o Lula foi preso ele distribuiu cerveja.

  4. Tudo é crime neste país de intolerantes e furiosos. Nada pode e tudo pode. Depende de quem.

  5. Empresários como os citados, Pedro Zonta e Luciano Hang merecem a consideração e respeito dos brasileiros. Empresários empreendedores, geram milhares de empregos. É admirável o crescimento da Havan em tempos de crise. É compreensível que o empresariado, responsável pela crescimento do pais e, consequentemente pela geração de empregos, preocupe-se com a instabilidade política resultante de um eventual regime de esquerda, onde a livre iniciativa e o empreendedorismo não são respeitados. Uma eventual demissão de funcionários, caso venha a ocorrer, não será resultado do desejo ou ameça do empresariado, mas da instabilidade econômica gerada por um governo de esquerda que não respeita as leis de mercado, como aconteceu com a Venezuela. A provável manifestação destes empresários é um alerta para a realidade e não uma ameaça.

  6. Esta porcaria de ministério público do PT e que não serve para nada me ajudou a decidir em quem votar para presidente.

  7. Mas alguém me explique o porquê desses empresários não pedirem voto para o Haddad?

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