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Institutos de pesquisa estão acabando, diz marqueteiro

O Antagonista

O publicitário Fernando Barros, da Propeg, disse que não foi o marketing político que morreu na eleição deste ano, mas sim os institutos de pesquisa, relata a Época.

“Com déficit tecnológico, não conseguiram acionar os alarmes a tempo do tsunami [Bolsonaro]. Em menos de uma semana as previsões derreteram.”

A pesquisa do Instituto Paraná para a Crusoé não derreteu, marqueteiro.

2 Comentários

  1. Justamente o oposto. A pesquisa sempre existirá e, no moneto que é feita, retrata a situação. Mas pesquisa não é oráculo para saber para onde vai a tendência e nem tem obrigação de acionar alarme nenhum. Quem acabou e não percebeu foram SIM os marqueteiros, impotentes diante da pulverização das opiniões e das campanhas espontâneas de centenas de milhares de pessoas.
    Acabou o tempo da ilusão e da doutrinação.

  2. KKK que conclusão mais idiota a deste cara, que papo mais furado este de “déficit tecnológico”? com certeza o cara está sendo delicado que a estupidez demonstrada pelos institutos da pesquisa pronta, esta a que os maiores institutos estão acostumadas a fazer, chegam ao ponto de já saberem até o nome do “pesquisado”.

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