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UE e Mercosul tentam acordo antes da posse de Bolsonaro

A União Europeia (UE) e o Mercosul iniciaram nesta segunda-feira (12) uma nova rodada de negociações para avançar nos assuntos pendentes, mas os diplomatas saíram frustrados com a postura de Bruxelas no primeiro dia das conversas. De acordo com os representantes sul-americanos, os europeus não estão dispostos a apresentar contrapartidas suficientes aos entraves, mas fazem exigências de concessões por parte do Mercosul.
A reunião ocorre antes do presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro, tomar posse em janeiro, principalmente porque a União Europeia teme que o novo governo brasileiro seja responsável pela redução das chances de entendimento. Os dois blocos discutem os três temas centrais – diálogo político, a cooperação e o livre-comércio.

A nova rodada de negociações deve acontecer até o final da semana. No entanto, dependendo dos progressos obtidos, as conversas poderão se prolongar. No término do primeiro dia, a reunião foi considerada como “decepcionante”, já que Bruxelas exigiu concessões do Mercosul, incluindo o setor automotivo e as normas para vendas de carros.

Além disso, os europeus estão pedindo por medidas especiais para a proteção de produtos como vinhos e queijos. Os sul-americanos, por sua vez, alegaram que não há demonstrações de que os europeus querem fazer concessões em áreas de interesse do Mercosul. Entretanto, ainda é preciso aguardar os próximos dias de negociação para ver se haverá algum acordo equilibrado. A prioridade, na reta final do processo, é apressar as conversações para que, se não for possível fechar o acordo, ao menos garantir que haja avanços significativos. (ANSA)

As notícias são do Economia ao Minuto.

2 Comentários

  1. O Brasil tem que negociar diretamente, nada de negociar em bloco. Vide Chile. O Brasil é o Merco o resto é o sur.

  2. KKK os europeus agora vão por a culpa no capitão. O cara nem tomou posse e já é culpado pelos erros alheios. O que o Brasil deve fazer é dar adeus a este bloco só-bom-para-os-outros. Esta relação sado-masoquista que existe no bloco nunca nos levou a nada, as nossas economias encolheram desde que o bloco começou, em termos reais. Então este pessoal da Eurolândia que fique com as suas exigências, eles querem o filé mignon para eles e para nós o que eles querem? Não tem coragem de dizer. Vamos vender para os chineses, não são tão exigentes e pagam em dinheiro

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