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Cenário eleitoral pode diminuir a reforma

O diagnóstico é de quem conhece bem o Congresso e tem participado ativamente das negociações entre os governadores e o Planalto/Economia: neste momento, os Estados (e também os municípios) estão fora da reforma da Previdência. O movimento para alijar os demais entes federativos contaria com apoio velado do presidente Jair Bolsonaro, pouco interessado em colocar azeitona na empada de prováveis adversários eleitorais, como João Doria (PSDB-SP). A lógica do Planalto seria resolver a encrenca federal agora e tocar o barco até 2022. As informações são da Coluna do Estadão.

Os próprios governadores já dão como certo estar fora dos planos do Congresso, e a equipe econômica admitiu a integrantes da Comissão Especial que tirá-los não abala a economia de quase R$ 1 tri.

Pesa nesse caso a emenda de Daniel Coelho (Cidadania-PE) que, segundo ele, já reúne mais de cem assinaturas. “É inegociável. Não discutimos Previdência se os Estados não forem retirados”, diz.

Apesar do cenário ruim, Rodrigo Maia e alguns governadores vão trabalhar para reincluir os Estados.

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