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“A Reforma não é uma opção, é uma obrigação”, diz Paulo Martins

Entre as MPs que estão pautadas para irem ao plenário na Câmara está a 871, também conhecida como antifraude. O texto, de relatoria do deputado Paulo Eduardo Martins (PSC-PR), prevê, entre outros pontos, o fim do uso de declaração de sindicatos rurais para atestar tempo de trabalho. Há ainda um endurecimento nos critérios para recebimento do auxílio-reclusão, pago a familiares de trabalhadores que forem presos.

Com as novas regras em prática, a estimativa é de uma economia de R$ 10 bilhões aos cofres públicos. “É fundamental acabar com as chances de fraudes e corrupção nos benefícios do INSS. A aprovação no plenário é fundamental para o país”, estima Paulo Eduardo Martins.

O parlamentar, que participou da manifestação de domingo em Brasília, destaca ainda que se mantém firme no apoio à Reforma da Previdência: “Isso não é uma opção, é uma obrigação imposta pela realidade”. O presidente do PSC no Paraná fez uma leitura positiva dos atos que ocorreram em todos os estados e no Distrito Federal. “Para mim, ficou claro que o povo entende que é preciso apertar os cintos. Temos que aprovar a Reforma da Previdência, o pacote do Ministro Sérgio Moro e também, a MP 871. Não dá mais pra brincar com o nosso país”, concluiu Paulo Eduardo Martins.

2 Comentários

  1. Carlos zanette Reply

    Esse Deputado está muito enganado, as manifestações foram e são favoráveis ao pacote anticrime, contra as regalias do Congresso e os desmandos da Justiça. Com relação a Reforma da Previdência, se o governo não tirasse a DRU de 30% da arrecadação da Seguridade Social, fizesse uma reforma política acabando com privilegios dos três poderes, não teria necessidade de sacrificar o povo como sempre fazer em favor dos banqueiros e especuladores do mercado, além de que ninguém nunca mais conseguirá se aposentar daqui pra frente com essa proposta indecente e desumana. Você deveria saber que 90% da classe trabalhadora do país é da iniciativa privada e jamais conseguirá ininterruptamente comprovar tempo de contribuição de 30/35 anos isso é desumano. A pessoa acima de 40 anos de idade para mercado de trabalho é cultural que já não serve mais e está velha. Tenha um pouco mais de noção forque está falando. Ah, e tem os jovens que com essa nova reforma se passar desse jeito, daí é que não vão querer começar a trabalhar mesmo. Absurdo. Acorda Deputado. E estamos ligados que você pegou um montão de verba partidária para se eleger né safadão?

  2. Faço minhas as suas palavras, Carlos Zanette.

    Para o tal deputado só falo:
    “Cala a boca, Magda!”

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