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FIEP esclarece processo eleitoral

Em resposta ao post “É uma aberração”, diz oposição sobre processo eleitoral da FIEP, a Federação enviou ao Blog um material a explicar as eleições. É o que segue:

No dia 14 de agosto, acontece a eleição para a nova diretoria da Fiep para o mandato 2019-2023. De acordo com o estatuto da Federação, o atual presidente da Fiep, Edson Campagnolo, não pode concorrer à eleição. A diretoria é composta por um presidente e 15 vice-presidentes, sendo que o presidente da Fiep também responde pela presidência do Sesi e do IEL e, em comum acordo com a presidência da Confederação Nacional da Indústria (CNI), indica o diretor regional do Senai no Paraná. Além do novo presidente e dos vice-presidentes, também são eleitos secretários, tesoureiros, diretores suplentes, membros do Conselho Fiscal e os delegados representantes junto ao Conselho da CNI.

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3 Comentários

  1. Álvaro Luiz Scheffer Responder

    Um das aberrações é que:

    “Tão somente após a apresentação de impugnação pela chapa liderada por Gizzi, o presidente e o secretário da FIEP decidiram retirar-se da Comissão. Ao assumir a condição de árbitro da eleição – ainda que depois, denunciado, tenha deixado a função –, estava impedido de seguir candidato. Edson Campagnolo havia se tornado inequivocamente inelegível.

    Isso depois de ter conduzido todo o processo.

  2. DELETÉRIA CONTINUIDADE Responder

    Será que o Brasil não vai entender nunca que a continuidade de um mesmo grupo onde existem interesses difusos como numa Federação, assim como na Presidência de Republica, é danosa aos interesses nacionais?
    Perpetuam-se aos interesses e vaidades pessoais, impedindo o surgimento de novas e esclarecidas lideranças. Somo um pais novo dirigido por mentalidades ultrapassadas. Foi necessário uma nova geração de juízes como Moro, para citar um nome no Judiciário e esta safra de jovens procuradores como Dalagnoll, no MP, para que a corrupção e crime organizado começasse e ser combatidos, Renovação já

  3. Esse atual presidente da Fiep é uma vergonha para a classe industrial paranaense. Primeiro procurou ser governador do Paraná, se aproximando do PT e da Gleise Hoffman. Não conseguindo procurou o Ratinho, que também rejeitou a sua companhia. Aparece como pastor, mas na realidade é um lobo em pele de cordeiro. Mantem altos salário para ele e para a familia, carros de luxo para uso particular, viagens em primeira classe e acha que todos são medíocres. Só ele é que o honesto. O candidato apoiado por ele, Carlos Walter, um inexpressivo empresário de Maringá, já se comprometeu em manter esse status quo, atual. É uma vergonha. LAVA JATO NA FIEP JÁ!!!!!!

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