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Nenhum bloqueio a Jaime Lerner


Os adversários tradicionais de Jaime Lerner comemoraram antes do tempo e até divulgaram noticias infundadas. Cairam do cavalo. O Tribunal de Justiça do Paraná rejeitou pedido da Procuradoria Geral de Estado (PGE) que pretendia bloquear R$ 1,8 bilhões em bens pessoais do ex-governador Jaime Lerner, de ex-diretores do Banestado e de empresários apontados como culpados pelos prejuízos causados ao Erário pela aquisição de “títulos podres” que entraram na negociação de venda do Banestado ao Banco Itaú no final dos anos 1990. Os títulos tinham sido emitidos pelos estados de Alagoas, Santa Catarina e Pernambuco e pelos municípios de São Paulo, Guarulhos e Osasco.

A PGE ingressou com o pedido de bloqueio de bens no final de 2017, quando o caso já estava prestes a completar 18 anos. Segundo a decisão da 5.ª Câmara Cível do TJ, a demora da PGE em pedir o bloqueio configurou o reconhecimento por parte do estado de que não havia urgência em reparar o suposto prejuízo e, portanto, o patrimônio pessoal dos réus deveria continuar livre do ônus até o trânsito em julgado da ação principal. O agravo da PGE foi rejeitado pelos desembargadores Nilson Mizuta, Luiz Mateus De Lima (relator) e
Renato Braga Bettega. O acórdão foi publicado na última terça-feira (23).

2 Comentários

  1. Gustavo Henrique Responder

    Nenhum bloqueio do sapo gordo, só levou o Banestado, para o abismo com total malefício ao nosso Paraná!

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