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Sardenberg: Quem manda por último é o Supremo

Comentário de Carlos Alberto Sardenberg:

“Em vez de um país concentrado no combate ao vírus e pensando na retomada, o tema político dominante acaba sendo o papel dos militares. É um tema que já foi resolvido na Constituição de 88: as Forças Armadas não constituem um poder, muito menos um poder moderador. Não têm a autoridade legal para decidir intervir neste ou naquele poder, fechando o Congresso, o STF ou prendendo o presidente. Toda a autoridade está depositada nessa combinação de Executivo, Legislativo e Judiciário. E quem manda por último é o Supremo.”

4 Comentários

  1. Sardenberg, o onipotente global, o zaratustra, cujas palavras são
    direito a definitivas. O jurista (talvez empreste dinheiro a juros) da mídia necrófila e funerária. Ave, morituri te salutant!!

  2. TEM RAZÃO, MAS O EXERCITO TERÁ QUE AGIR COMO PACIFICADOR.
    ESTE SANDEBERG TÁ COM O C….NA MÃO, TEM UM MEDO DE MILITAR.

  3. Quem manda por último nesse país é o povo, as forças armadas são poderes moderadores, podem ser convocadas pelo povo para reestabelecer os poderes, quando um ultrapassa suas prerrogativas. Art 142; art 1 da constituição.

  4. Os pretorianos originais, que podemos ver fazendo suas maldades de toga e sandália em dezenas de filmes, entre eles Quo Vadis, A Queda do Império Romano e Gladiador, já eram denunciados na antiguidade por se tornarem frequentemente o poder por trás do trono e por seu feio costume de colocar e remover (matando, é claro) césares segundo suas vontades. Estavam acostumados a receber um pagamento extra cada vez que havia uma mudança de imperador, o que fomentava seu desejo de mudança. Um dos seus emblemas era o escorpião, que lhes caía como uma luva, embora, na realidade, fosse retirado do signo do zodíaco do Imperador Tibério.
    ALGUMA SEMELHANÇA COM O STF?

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