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Coronavírus deixa Curitiba
em situação alarmante

A procura por atendimento de pacientes com suspeita de infecção por coronavírus aumentou de forma alarmante nas últimas 24 horas em Curitiba, segundo Clóvis Arns, presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia. Diz Arns, que trabalha em Curitiba, que é grande o risco de um colapso no sistema de saúde, com falta de leitos de UTI , tanto no SUS quanto na rede privada de hospitais.

Arns enviou mensagem pela internet em que afirma que a procura por atendimento nas últimas 24 horas é preocupante. “Assusta porque aumentou muito em todas as áreas, desde o Pronto Atendimento até a necessidade de UTI. O vírus passou a circular de forma mais efetiva no Paraná. Em Curitiba, Cascavel, Londrina e Foz do Iguaçu a situação fica cada vez mais difícil e essas são cidades que estavam com a pandemia controlada”, disse.

Arns diz que ainda há vagas disponíveis, mas que elas estão sendo ocupada rapidamente. “Rapidamente as vagas estão sendo consumidas. Se isso continuar, preocupa de não se ter mais vaga, tanto no sistema público quanto no privado. Estamos diante da pior semana da pandemia até aqui. Como não se tem remédio ou vacina, só o distanciamento social e medidas de higiene vão ajudar”, ponderou.

3 Comentários

  1. SERGIO SILVESTRE Responder

    Natava-se até a soberba de que aqui com pouco distanciamento social o Parana tirava de letra a pandemia,só que a conta vem depois,aqui em Londrina vai acontecer o mesmo,a infecção caminha para infectar a todos ou quase todos e ai meu velho,cade os leitos.

  2. Depois dos erros crassos, vem o terror. Culpa evidente das autoridades que abriram cedo demais algumas atividades como bares e lanchonetes, além dos shoppings, cujos donos são os barões de Curitiba e mandam e desmandam na cidade há décadas, conseguindo até inacreditáveis passarelas-viaduto. Os gordos que nos governam que façam o mea culpa.

  3. E o grande prefeito Greca, lavando as mãos, como ele diz:
    “A prefeitura não autoriza e também não desautoriza o funcionamento do comércio e serviços da capital”,
    mas um bagre ensaboado da nossa política provinciana.

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