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Fred Wassef, advogado de Flávio Bolsonaro, envolvido no ‘caso Evandro’

O Caso Evandro, também conhecido como As Bruxas de Guaratuba, investigou o sequestro e assassinato do garoto Evandro Ramos Caetano, em 1992, em Guaratuba.

À época saiu uma notícia em que Fred Wassef, advogado da família Bolsonaro, estava envolvido no caso e que o delegado Luis Carlos de Oliveira pediu sua prisão temporária, diz a notícia de 25 de julho de 1992, no Jornal do Brasil: “Também foi solicitada a prisão temporária do advogado Frederick Wassef, o único da seita Lus. […] ele seria o divulgador da seita. No endereço em Atibaia, no interior de São Paulo, que forneceu ao hotel, a polícia paulista não encontrou ninguém.”

O caso

Na manhã do dia 6 de abril de 1992, Evandro Ramos Caetano desapareceu em Guaratuba e foi encontrado cinco dias depois em um matagal próximo à sua casa por um trabalhador que passava próximo à região. O menino estava sem os olhos, sem o couro cabeludo, com os dedos dos pés cortados, sem as mãos, com o ventre aberto e sem os órgãos internos.

Em julho daquele ano, três homens confessaram ter matado o pequeno Evandro. Osvaldo Marcineiro, curandeiro que chegara em Guaratuba no início do ano, teria recebido ajuda do artesão Davi dos Santos Soares e de seu amigo e também feiticeiro, Vicente de Paula. A morte teria sido parte de um ritual encomendado pela primeira-dama Celina, com o objetivo de abrir os caminhos da fortuna e da política para a família Abagge. Mais detalhes e pesquisa séria sobre o caso podem ser encontrados no Projeto Humanos, de Ivan Mizanzuk.

2 Comentários

  1. Raquel Neves de Mello Responder

    Pelo resumo que você fez do caso Evandro, você não acompanhou o podcast do Ivan Mizanzuk.

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