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Ratinho Junior anuncia novas medidas para o enfrentamento
da pandemia do coronavírus

O governador Ratinho Junior anunciou na tarde desta sexta-feira (19) dois decretos com novas medidas para o enfrentamento da pandemia do coronavírus.

O primeiro decreto afeta todos os 29 municípios da Região Metropolitana de Curitiba (RMC) com um escalonamento das atividades comerciais para evitar aglomerações em horários específicos.

O segundo, com validade para todo o estado, restringe o comércio e consumo de bebidas alcoólicas após as 22 horas, também fica proibido consumir álcool em vias públicas, em qualquer horário do dia.

“Estamos vendo aglomerações em rodinha, muitas vezes de jovens, que se reúnem em 20, 30, 40 até 50 pessoas, tem problema de brigas, aglomerações, e essa aglomeração acaba levando para dentro de casa o vírus”, explicou Ratinho Junior.

A partir de segunda-feira (22 de junho) o comércio passará a abrir às 10 horas e fechará às 16 horas. Os shopping centers, por sua vez, funcionarão das 12 às 20 horas na RMC. A medida vale, em princípio, por 14 dias, mas pode ser prorrogada.

Assista ao anúncio no “leia mais”

 

https://www.facebook.com/ratinhojunior/videos/209860463417494/

1 Comentário

  1. Todas essas medidas são importantes, mas é muito difícil controlar a população, então o Estado deve controlar a prestação desses serviços para esta sociedade. Hoje o Estado tem ferramentas informatizadas para administrar toda rede de Saúde do Estado e incluir todos os Municípios, ficando parecido com a área de Educação, que unificou o Sistema de Controle da Educação desenvolvido pela CELEPAR para todos os Municípios do Estado, e agora sabe a qualquer momento o que fazer, se necessitar de informações. Segue uma ideia:

    Criação da FES-PR

    Para que a FES-PR esteja na vanguarda em relação aos problemas na área de saúde em todo Brasil, deveria receber todos dados e informações online para tomar suas decisões e iniciativas. Se hoje tivéssemos a disposição esses dados/informações, as publicações sobre o CORONAVÍRUS poderiam ser automáticas, sendo geradas através da utilização de ferramentas de BI – Business Intelligence apenas utilizados pelos bons Gestores do Governo. Para que isto ocorra, deveria iniciar processo para disponibilizar a informatização nas Unidades de Saúde das esferas Estadual e Municipal, porque a iniciativa privada tem autonomia de realizar seus processos, desde que atenda aos Protocolos definidos. Caberia a FES-PR definir as Normas para iniciativa privada realizar o envio dessas informações de forma online e porque necessita dispor dos dados e informações a disposição para ditar suas iniciativas. Se hoje possuísse esses dados, todas publicações sobre a situação do CORONAVÍRUS seriam online e automáticos.

    Então, a primeira iniciativa do Governador após criação da FES-PR, seria priorizar e iniciar o processo de informatização das Unidades de Saúde do Estado e dos Municípios, aquelas ainda não atingida por este processo, tornando-as visíveis aos Gestores de Saúde, a população e totalmente transparente. Caberia realizar levantamento nas Unidades de Saúde do Estado e dos Municípios e observar quantas estão informatizadas e o montante financeiro destinado para isto, apenas para se ter ideia do investimento que deveria realizar para torná-las aptas a receber a informatização, como (computadores, impressoras, scaners, comunicação e etc). Com isso, teríamos um Mapa da Situação Atual das Unidades, que talvez a SESA já dispõe, então, passaria a disponibilizar solução de Gestão de Saúde desenvolvida pela CELEPAR, economizando muito tempo e recursos, porque já está pronta para ser utilizada. Esta solução seria única a todas Unidades, sabemos que este processo é demorada, mas hoje já temos uma boa parte das Unidades utilizando a solução, bastaria priorizar os Hospitais e Unidades que estão atendendo o CORONAVÍRUS. Primeiro seria desenvolvido Planejamento para atender aquelas Unidades que ainda não possui solução informatizada e depois perseguir o restante das Unidades, migrando ou integrando até que se torne única no Estado.

    A FES-PR poderia ter Equipe/Conselho de notáveis de várias esferas/especialidades da Saúde, para padronizar todos os procedimentos utilizados nas Unidades, isto seria excelente para população que seria atendido da mesma forma em qualquer Unidade de Saúde do Estado e para os Gestores de Saúde que dedicaria seu tempo em realizar os procedimentos nas Unidades, porque alguém capacitado esta definindo os padrões baseados nos Protocolos da OMS.

    Há bastante tempo iniciou implantação dessa solução nos Hospitais do Estado, mas com pouquíssima prioridade do Governo anterior. Foi incluído nesta fase PILOTO, o Hospital Infantil de Campo Largo, isto graças aos Gestores do Hospital, que também trabalhavam no Hospital Pequeno Príncipe, e teve um grande sucesso, que pode ser visto ainda hoje. Depois com muito custo e conversas foram incluídos os HU´s, outros Hospitais, laboratórios e etc., objetivava ser tratada como solução única para o Estado, para diminuir custos, permitir padronizar os procedimentos/protocolos da área de SAUDE e facilitar o trabalho de todos as Unidades envolvidas.

    Teve andamento, mas continuava o sofrimento com a falta de prioridade por parte dos gestores das Unidades e da SESA, para definir e montar equipe para atuar e agilizar a implantação nas Unidades. Sem isso, vamos ter menor controle e transparência nos atos praticados nas Unidades, e assim a população não será bem atendida e não terá como acompanhar ou realizar Gestão dos procedimentos realizados ou disponíveis para população. Esta solução serve também para as Unidades Municipais, mas seus Gestores não tem interesse, porque o mercado é mais interessante, porque pode fornecer solução “MELHOR”, acham eles.

    A solução está pronta e em utilização por várias Unidades do Estado. Para ser utilizada por outras Unidades, seria sem custo de desenvolvimento para Unidades, porque a SESA paga o desenvolvimento a CELEPAR e solução esta hospedada no DATA CENTER do Estado, tornando muito mais seguro com a proteção aos dados e aos prontuários, que se tornariam único em todo o Estado. Por um motivo muito simples, o projeto atrasou quase 1(um) ano o seu desenvolvimento, porque teve que incluir em seu escopo o modulo de REGULAÇÃO, para substituir uma solução terceirizada adquirida pela SESA, simplesmente porque o atual Governo não autorizou sua renovação, pelo seu alto custo mensal e pela dependência criada pela empresa terceirizada, que já estava se achando insubstituível e ditando ordens. Para esclarecer sobre a qualidade da solução, o Exército Brasileiro e outros Estados estiveram negociando utilizar a solução e o EB possui 128 Unidades em todo Brasil, não aderiam por problemas internos e também a CELEPAR teria dificuldade em implantar em todos esses locais, porque cada Unidade necessita de pelo menos 6(seis) meses de dedicação, e mais, a CELEPAR existe para atender o ESTADO DO PARANÁ e não para atender outras Unidades da Federação.

    Para dar continuidade na implantação da solução em cada Unidade, seria necessário apenas que cada Unidade de Saúde disponibilize/monte equipe própria para ser treinada pela equipe de implantação, que envolveria SESA, CELEPAR e a Unidade. Com esta equipe de profissionais da Unidade informatizada treinados, seria mantida e daria continuidade na utilização pôs implantação, provendo treinamento aos outros profissionais internos da Unidade.

    Todos, SESA, GOVERNO, MUNICÍPIOS, UNIDADES e ETC, conhecem e sabem que a solução existe e que atende todos os requisitos necessários para transformar o Estado no melhor Estado no atendimento da população com relação a área de SAÚDE. Hoje apenas a SESA utiliza a solução, mas ainda não na sua totalidade, porque falta priorizar recursos e vontade para resolver tal questão, mesmo assim, a solução continua sendo implantada de forma lenta, graças a uma equipe de abnegados da SESA e CELEPAR que banca a continuidade com pouco apoio.

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