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Coronavírus: América Latina
ainda não atingiu pico

O diretor de emergências da Organização Mundial de Saúde (OMS), Michael Ryan, reforçou nesta quarta-feira (24) que a pandemia de Covid-19 na América Latina ainda não chegou ao pico e que ela deve resultar em “número sustentado de casos e mortes contínuas” nas próximas semanas.

Questionado especificamente sobre quando o ápice da pandemia ocorreria no Brasil, ele respondeu que os picos são difíceis de prever, mas a altura e a duração deles depende de ações dos próprios governos e da sociedade.

“O que você faz afeta o pico: afeta a altura do pico, afeta a duração do pico. E afeta a trajetória de descida [do número de casos]. Tem tudo a ver com a intervenção do governo para responder, com a cooperação da comunidade com a intervenção e com a capacidade de atuação dos sistemas de saúde”, respondeu o diretor de emergências. As informações são do G1.

1 Comentário

  1. Pessoal, eu não estou comentando por ter outras preocupações no momento.
    Minha esposa é médica e foi contaminada atendendo pacientes.

    Tive de interná-la no sábado à noite.
    Ela estava mal. No domingo à noite foi intubada.
    Fizeram uma live com ela antes da intubação para que eu pudesse transmitir mensagem, falar com ela.
    Ela estava com cianose. Cianose severa.
    Estava às portas da morte.
    Desesperei-me. Ontem ela teve uma significativa melhora. Estavam retirando a sedação para desintubar.
    Fiz mais uma live com ela ontem, e ela estava consciente já.
    Não podia falar comigo ainda, pois estava com o tubo nosofaríngeo para alimentação.
    Mas estava compreendendo tudo que falei.
    O que deixou-me bastante aliviado.
    Não comentei nada mais por aqui por conta disso.

    Só deixo um aviso: para os que falam em curas milagrosas com remedinhos ‘simples’ e espalham fake news: não falem bobagem. Vocês não imaginam com que tipo de coisa estão tratando. O negócio é muito, mas muito feio.
    Eu negativei no teste para COVID.
    Eu e minha esposa fomos hostilizados aqui no prédio onde moramos.
    Gente chegou a afrontar-me cara a cara, dizendo que iam mandar prender-me, que iam dar um jeito de tirar a gente do prédio, que a gente era um perigo para a saúde pública.
    Inclusive falaram a mesma coisa para comerciantes das vizinhanças. Estes comerciantes ficaram indignados e contaram tudo para mim.
    Gente, é uma médica! Contaminada no exercício do dever!
    Quando a água bate na bunda, essa mesma gente procura médico e fala ‘Salve-me doutor! Por favor!’…
    Inclusive uma delas já veio consultar-se com minha esposa.
    A PIOR DOENÇA É A FALTA DE COMPAIXÃO.
    Eu, pessoalmente, moverei um processo contra todos.
    Estou acionando entidades de classe e elas também tomarão medidas judiciais contra tais pessoas.
    Deixo uma dica para todos: não sejam estas pessoas! Não façam isso com ninguém, médico ou não.
    Ninguém fica com COVID por esporte, por aventura.
    Faço um pedido.

    Mandem forças para mim e para minha esposa.
    Obrigado!

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