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Feira do Largo da Ordem volta a funcionar, mas em sistema de rodízio

Suspensa desde o dia 23 de março, a Feira de Artesanato do Largo da Ordem voltará a funcionar no próximo domingo (23/8) seguindo novas normas. A medida decorre da publicação do novo decreto, que estabelece a mudança de bandeira sanitária, de laranja (nível moderado de risco) para amarela (nível de alerta).

Neste primeiro momento do retorno, as cerca de 1.300 barracas funcionarão em sistema de rodízio. Com distanciamento de dois metros entre cada barraca, a feira retorna com o número máximo de 300 barracas e com apenas um artesão por unidade.

A abertura das barracas será facultativa para os permissionários enquanto perdurar a situação de emergência.

site de venda online dos produtores na feirinha continua funcionando.

 

As novas normas de funcionamento

  • Material publicitário em cada barraca com informações sobre a transmissão e distanciamento.
  • Disponibilidade obrigatória de álcool gel 70% para o artesão e público em geral.
  • Evitar aglomerações de pessoas, com a participação da fiscalização e guarda municipal atuante.
  • Será permitido apenas um artesão por barraca, respeitando a normativa de distanciamento mínimo de 1,5 metros entre as pessoas nas filas do lado de fora, que deve ser organizada pelo artesão responsável pela barraca.
  • Uso obrigatório de máscaras.
  • Disponibilização de barracas de máscaras nas pontas de feira, assim como no percurso da feira.
  • Preferencialmente o material deverá ser embalado individualmente, o que facilitará a higienização a cada Feira.
  • Presença constante de representantes da Coordenação das Feiras de Arte e Artesanato/CTUR
  • Barracas com alimentação gastronômica neste primeiro momento terão normas específicas.

A recomendação para os permissionários que fazem parte do grupo de risco (por exemplo, diabéticos, fumantes, pessoas com problemas respiratórios, doenças crônicas ou que tenham mais de 65 anos) e que atendem o público em suas barracas, é a de que sejam substituídos.

1 Comentário

  1. Como já havia me pronunciado em outros meios de divulgação, se fosse preciso eu iria ajudar a fazer o projeto logístico.
    Ainda acredito que possa colocar mais barracas, além das 300, pois tem ruas laterais que não passam veículos, poderiam montar no largo e ocupar ruas laterais como se fossem um corpo com os braços abertos, também ocupar alguns espaços próximo a casa Romário Martins.
    Com boa vontade e respeito pelo próximo, dá para amenizar bastante a vida das pessoas.

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