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Vereadores de Curitiba aprovam moção em apoio à castração
química de estupradores

Ferro (PSC): "Castração química é um aperfeiçoamento no sistema, para que haja menos reincidência"Os vereadores de Curitiba aprovaram hoje, em votação simbólica, moção de apoio a projeto de lei em tramitação no Congresso Nacional que prevê a castração química para crimes de estupro. Apresentado pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), o projeto inclui no decreto-lei 2.848/1940 que a progressão da pena estará condicionada à adoção voluntária da castração pelo condenado pelos crimes de estupro.

A moção, de autoria do vereador Thiago Ferro (PSC), foi apoiada no debate em plenário por Noemia Rocha (MDB) e Rogério Campos (PSD). Maria Leticia (PV) e Professora Josete (PT) anunciaram voto contrário, mas, pelas características da votação simbólica, não há registro nominal dos votantes. “A castração química é um aperfeiçoamento no sistema, para que haja menos reincidência do estupro no país”, argumentou Ferro. Para Maria Leticia, “não há consenso científico (sobre o método)”. A íntegra do debate está disponível nas redes sociais da CMC (YouTube, Facebook e Twitter).

Segundo o anuário do Forum Brasil de Segurança Pública, citado pelo autor da moção na discussão do requerimento, houve aumento de 4% no número de estupros no Brasil de 2017 para 2018, quando foram registrados 66.041 casos no país. No Paraná, o aumento foi de 19% no mesmo período, passando de 5.781 para 6.898 casos em 2018 – 19 estupros por dia. (Bem Paraná)

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