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Mais pastores no páreo


Misturar religião e política não é de hoje. A novidade é número de pastores e pastoras candidatos nesta eleição municipal subiu para 545 contra 457 em 2016. Outros 350 se identificam como “bispos”, “irmãos”, “irmãs”, “padres”, “reverendos”, “apóstolos”, “mães e pais de santo”. São Paulo tem o maior número de pastores: 92. E Minas Gerais, em segundo, com 41. No Paraná cresceu muito a participação de quem faz da religião uma alavanca para conquistar um cargo politico. E das igrejas, como a Universal do bispo Edir Macedo, que se comporta também como partido político.

2 Comentários

  1. Dizia-se até um tempo atrás que, templo era dinheiro. A coisa evoluiu com a eleição do boçal em 2018 contando com o voto evangélico, agora além de dinheiro templo também é sinal de poder político, existe coisa pior do que isto? Que eu saiba, não

  2. Parreiras Rodrigues Responder

    Votar em religioso ou militar – é fortificar as bancadas evangélicas e da bala, todas elas pernósticas aos reais e decentes interesses de um povo, de uma Nação. Não à Cristofobia, mas usar Cristo como cabo eleitoral é uma heresia, um ultraje. Excomungados sejam, endemoniados.
    Quanto à tal bancada da bala, tão simpática do Exterminador do Presente, sabe-se que aumenta a cada dia os acidentes com armas acontecidos dentro de residências. E que os bandidos acontecem. Sabem onde estão e a facilidade de tomá-las.

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