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Magal confronta Francischini
e Marisa Lobo

Enfim, um candidato a vereador que resolveu colocar, com clareza, diferenças políticas e ideológicas na disputa eleitoral em Curitiba. Felipe “Magal” Mongruel – 13813 -, diz que nunca foi tão claro o conflito ideológico entre candidatos da extrema direita, como Fenando Francischini, do PSL, e Marisa Lobo, do Avante, e os candidatos à esquerda, progressistas e defensores dos direitos fundamentais como ele, próprio.

Sem pejo, sem meias palavras, mas sem cair nas ofensas pessoais, Magal afirma que o grande risco para a liberdade e para os direitos da maioria será a eleição de candidatos com o viés antidemocrático, de ideias retrógradas, que só vão reforçar o desastre que foi a eleição de Jair Bolsonaro em 2018. Gente como Francischini, obcecado pela ação policial. Ou pela candidata do Avante, Marisa Lobo, homofóbica, preconceituosa, que tem como dístico “Deus, Pátria e Família”, que herdou do fascismo espanhol e da TFP.

Essas tendências do obscurantismo são as que ainda uivam pelo fortalecimento do estado policial com aval judiciário que “tivemos com a Lava Jato, quando se instalou o plano para destruição das instituições políticas e dos partidos mais fortes de forma a abrir caminho para o baixo clero da direita mais atrasada, mais ignorante, abençoada pelo então juiz Sergio Moro.

O resultado aí está: um país que em dois anos ficou mais desigual, mais inseguro, com aumento do desemprego e dos bolsões de pobreza, diz Magal. Advogado e militante de causas sociais, Magal organizou junto a um grupo de pessoas contrárias à operação Lava Jato o “Coletivo pela Verdade, Justiça e Democracia”, uma ação semanal em frente à sede do Ministério Público Federal (MPF), em Curitiba, todas as quartas-feiras da semana, entre 12h e 14h, com o objetivo de informar a população sobre as irregularidades praticadas pelos procuradores da Lava Jato.

O ato provocou pressões internas dentro do MPF que levou à fiscalização da Procuradoria Geral da República (PGR) sobre o procedimento da operação, além de reportagens que mostraram ações pouco transparentes da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba. A repercussão culminou na saída de Deltan Dallagnol, coordenador principal da operação Lava Jato, em setembro deste ano.

3 Comentários

  1. Arthur conceição Responder

    Conheci de perto estes atos na frente do MPF de Curitiba . Realmente incomodava os procuradores e as pessoas que passavam. Ele foi chingado várias vezes e nunca parou de protestar . O que admiro neste cidadão que sempre fez com tom de respeito quem não os respeitou que não entendeu o que é democracia . Se as pessoas são a favor ou não oa verdade estava no seu direito.

  2. De candidatos assim é que Curitiba precisa. Esta água morna que se transformou a campanha só serve aos interesses daqueles que tomaram o poder do povo, através de golpes políticos e jurídicos.

  3. LUCIANA DE SIQUEIRA Responder

    Petista não tem moral p abrir a boca p contestar nada
    Fica quietinho aí. Agora é Marisa Lobo na prefeitura de Curitiba!

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