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Candidatos de oposição planejam manifestação na Boca Maldita

Participaram do evento de hoje os candidatos João Arruda (MDB), Francischini (PSL), Mocellin (PV), Eloy Casagrande (Rede), Professora Samara (PSTU), Goura (PDT), Camila Lanes (PC do B), e Paulo Opuszka (PT)Ignorados pelo prefeito e candidato à reeleição Rafael Greca (DEM), os candidatos de oposição que promoveram hoje um debate público na praça Nossa Senhora do Salete, ao lado da prefeitura de Curitiba, pretendem agora realizar um novo encontro e uma caminhada na Boca Maldita, Centro da Capital. A ideia foi lançada pelo candidato do PSL, deputado estadual Fernando Francischini.

Francischini, que havia convocado o encontro de hoje, criticou a postura de Greca, de, segundo ele, “se esquivar de um movimento democrático em prol da cidade e ao lado de outros concorrentes” ao pleito.

“Estamos aqui chamando o prefeito para debater a cidade, prestar contas à população e dar uma satisfação até para os eleitores dele. Um debate amistoso, para expor projetos para a Curitiba e não um debate ideológico”, cobrou o parlamentar. “Não é plausível um prefeito que se negue a ir a um debate. Que não aceita falar e prestar contas sobre as decisões que tomou e vir debater com outros candidatos”, alegou.

O candidato argumentou ainda que os curitibanos querem resultados na saúde, na educação, na segurança. “Querem saber o que será feito em uma possível segunda onda do coronavírus, qual será a gestão na área econômica neste cenário. Sem os debates na televisão, estamos em praça pública, democraticamente, falando das nossas propostas. Mas o prefeito não quer participar”, criticou.

Servidores – Em homenagem ao Dia do Funcionalismo, comemorado nesta quarta-feira (28), Francischini abriu seu discurso para falar com os servidores. “Quero falar diretamente com os funcionários da prefeitura, especialmente com os que não são cargos de confiança, para dizer que a prefeitura terá a mudança que merece. A prefeitura precisa de um prefeito que não tenha medo, que respeite a população, que dê satisfação às pessoas”, afirmou.

”Muralha digital?” –  Francischini também falou de segurança. “O Greca anunciou que faria a Muralha Digital, mas não há um tijolo nessa muralha. Nós vamos usar a tecnologia a favor da segurança”, disse. A proposta é utilizar as câmeras públicas e privadas com um moderno sistema de reconhecimento facial e identificação de placas de veículos, afirmou. “Com o banco de dados da Secretaria de Segurança Pública e das polícias será possível identificar pessoas com mandados de prisão em aberto, criminosos que já foram identificados pelas câmeras na prática de delitos e também encontrar carros roubados e furtados. Esse software até já existe, mas só é usado para multar”, detalhou. Ele também prometeu transformar a Guarda Municipal na “primeira Polícia Municipal” no país.

Os candidatos resolveram promover debates em locais públicos depois que Greca não compareceu ao debate na Band TV, no dia 1º de outubro, alegando risco de contaminação pelo Covid. O primeiro foi na praça da Espanha, no último dia 20.

Na ocasião, Greca divulgou nota criticando os adversários. No texto ele afirmou que “a legitimidade de todo debate pressupõe o conhecimento de causa”. “Ficou claro que meus adversários não o tem pois a estratégia dos mesmos é de fazer ataques orquestrados à minha gestão e à minha pessoa. Preferia que eles tivessem apresentado suas propostas para a cidade. Para mim o desaforo é a ausência do argumento”, afirmou o prefeito. (Bem Paraná)

1 Comentário

  1. Todos unidos, não vão bater Greca, pois ele é a cara de Curitiba, fim de papo, vitória no primeiro turno! Avanti bambino.

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