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Casos em adolescentes e crianças sobem até 40% em Curitiba

Assim como em todas as faixas etárias, os casos confirmados de Covid-19 entre crianças e adolescentes também estão em alta em Curitiba no que pode ser a segunda onda da pandemia. De 9 de outubro a 13 de novembro, segundo dados da Secretaria Municipal de Curitiba, o aumento mais significativo de casos de coronavírus foi entre adolescentes de 15 a 19 anos: 40,4%. A segunda faixa etária com maior aumento de infectados foi entre 10 e 14 anos, 38,3%, seguido da faixa etária entre 5 e 9 anos, com 30,7%, e das crianças entre 0 a 4 anos, 25%.

No Hospital Pequeno Príncipe, por exemplo, o número de casos confirmados mais que dobrou de outubro para novembro e o movimento está alto. Em outubro foram investigados 160 casos e 18 foram confirmados. Já em novembro, até a quarta-feira, foram166 casos suspeitos e 41 confirmados. Foram quatro internados, sendo dois com Covid-19 e dois suspeitos. Desde o início da pandemia, o hospital da capital registrou cinco mortes de crianças e adolescentes. As informações são do Bem Paraná.

Para o Victor Horácio de Souza Costa Júnior, vice-diretor clínico do Hospital Pequeno Príncipe e infectopediatra, a falta de cuidado, como distanciamento social e uso de máscaras, está fazendo com que Curitiba entre na segunda onda sem ter saído da primeira.

“É muito preocupante, porque esse aumento de casos era esperado a partir de fevereiro. E isso não significa que estamos antecipando a segunda onda e em fevereiro estaremos livres da Covid-19, pelo contrário, podemos ter uma onda ainda pior, porque o comportamento do vírus ainda é um mistério”.

Na opinião dele, o curitibano ‘esqueceu’ que está na pandemia. “Vemos muitas pessoas sem máscara nas ruas e muita aglomeração. Não temos vacina, não temos a cura para o coronavírus e por isso as medidas de higiene o distanciamento são as únicas armas que temos”. Ele explica que o aumento dos casos em crianças e, principalmente em adolescentes, que registram maior alta, seguem a tendência de todas as faixas etárias e é preocupante porque como a maioria é assintomática e, a transmissão para familiares preocupa.

“No feriado, estavam todos nas praias, parques, sem máscara, sem cuidados e isso é o ambiente ideal para a propagação do vírus”.

 

1 Comentário

  1. Mais uma Prova Que Os Alunos Devem Voltar Só Após a Vacina e Ponto Final…Ninguem Deve Perder um Filho Por Falta de Conhecimento da Gravidade da Pandemia………………………………..

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