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Professores fazem último apelo para Ratinho Jr cancelar prova do PSS

A insistência do governador Ratinho Jr e do secretário da Educação, o empresário Renato Feder, para realizar uma prova presencial com mais de 40 mil professores(as) amanhã, neste domingo (10), durante a pandemia do novo coronavírus, pode trazer consequências trágicas.

Professores(as) que são do grupo risco da doença ou que moram com pessoas que também pertencem a esse segmento, pedem o cancelamento do processo. A reivindicação tem justificativa. Se não participarem da prova, ficarão desempregados(as). A outra opção, fazer a prova, impõe o risco de serem infectados(as) pelo vírus e transmitir a doença para familiares.

Nesta semana, o Brasil bateu a marca de 200 mil pessoas mortas em decorrência da Covid-19. No Paraná, de acordo com dados do Ministério Público, o número de mortes aumentou 28,14% nos últimos 30 dias, passando de 6.376 (6/12/2020) para 8.170 (6/1/2021). Preocupados com a situação, muitos(as) professores(as) têm procurado a APP-Sindicato em busca de orientação.

“É imprudente a aplicação de tal prova. Mesmo seguindo todos os protocolos de segurança estamos correndo o risco de ser contaminados devido a grande aglomeração de pessoas no mesmo local”, disse a professora Maria de Jesus Barbosa*, que está grávida. “Gostaria do adiamento/cancelamento da prova, pois a doença avança velozmente com aumento exponencial nos números de casos e mortes no Paraná”, acrescentou.

“Como os candidatos podem ter fé nos “cuidados” estabelecidos pela empresa contratada para a execução do certame, não havendo clara segurança, sequer na logística para ir ao local de prova?”, questiona a professora Rosalinda Silva Rocha*, enfatizando que a empresa responsável pelo certame, mesmo tendo o endereço da candidata, escolheu um local muito distante de sua residência para que ela faça a prova.

1 Comentário

  1. Nunca antes na história deste país o PSS foi tão justo e honesto!

    Parabéns ao governador que tomou uma atitude sábia, dar oportunidade aqueles que tem competência, a merotocracia.

    Sabemos que antes os professeres eram contratdos pelo critério de apadrianhamento ou simpatizante ideológico político. Não por acaso que as escolas estão instrumentadas por partidários da extrema esquerda.

    Muitos destes “professores” que estão chiando, vão para barzinhos, badaladas, mercado, viagens, reuiniões partidárias… nesta hora não tem medo do coronavirus!

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