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Em plena pandemia, reajuste do IPTU em Curitiba chega salgado


Em ano de pandemia, com aumento do desemprego e empobrecimento, esperava-se uma política menos agressiva de alta nos impostos. Qual o que. Nada comove os governantes. Mesmo diante do avanço de desemprego e do empobrecimento da população, a Prefeitura de Curitiba impôs o aumento no valor do IPTU para 2021 com percentual de reajuste de 8,31% para imóveis com edificação e 11,31% para os imóveis sem edificação.

O reajuste tem um peso ainda maior no orçamento das famílias de trabalhadores neste período. Um dos efeitos perversos da pandemia associada à crise econômica e social está no desemprego crescente no Brasil, que bateu recorde histórico no terceiro trimestre de 2020. São 14,1 milhões de brasileiros em busca de uma colocação no mercado de trabalho, segundo dados do IBGE.

Muitos trabalhadores que permaneceram empregados tiveram cortes salariais autorizados pelos governos e outros tantos trabalham em situação de informalidade e muitas vezes têm dificuldades para garantir o sustento a suas famílias.

O aumento aplicado pela Prefeitura segue o previsto na lei complementar número 105 de 8 de dezembro de 2017 e na lei complementar número 91, de 23 de dezembro de 2014, segundo a qual o valor de reajuste a cada ano é de 4% para imóveis edificados e de 7% para imóveis não edificados – mais a correção monetária medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), de 4,31%.

1 Comentário

  1. Este reajuste salgado é para compensar a isenção do IPTU de gente que mora como os da foto, este povo está livre deste imposto. Alguém precisa pagar o lanche grátis.

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