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Vem aí a reforma do ministério


Começou a reforma do ministério: Onyx Lorenzoni, da Cidadania, pode ir para a Secretaria-Geral da Presidência. Sua Pasta será negociada com o Centrão. O vice Hamilton Mourão, “embora não tenha bola de cristal” acha que o chanceler Ernesto Araújo será substituído numa nova fase de relações internacionais, a começar pelos Estados Unidos.

O Centrão ainda está de olho na Casa Civil onde está o general Braga Netto e também Bento Albuquerque, de Minas e Energia, está na lista. Nem Ricardo Barros, nem mais ninguém do Centrão quere o Ministério da Saúde. Rejeitam pelo potencial de problemas. Gilson Machado, do Turismo, que assumiu a Pasta no mês passado, não traz dividendos para o governo.

Bolsonaro resolveu, quase em cima da hora, trabalhar para um candidato à presidência da Câmara. Num café da manhã com 30 deputados, avisou: “Vamos influir sim”. Mas, oficialmente, não citou Arthur Lira, embora esteja subentendido. O Planalto acha que Lira está quase eleito, mas teme reviravoltas de surpresa. Nesse “vamos influir” está incluindo jogo de vagas do segundo escalão para os novos aliados.

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