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O êxodo das multinacionais


Se cruzar a porta de saída, a Audi se juntará à Ford, Ford Caminhões, Roche, EliLilly, Sony, Mercedes-Benz e Nikon, empresas que encerraram suas atividades industriais no Brasil desde o início do governo Bolsonaro. Diante do êxodo de multinacionais, muitos dizem que é hora de rever o Ministério da Economia. A pasta da Indústria, Comércio, Serviços e Inovação colocada sob o guarda-chuva de Paulo Guedes tornou-se um apêndice menor e ineficaz, com reflexos da economia, geração de empregos, retenção de talentos e outros danos. Guedes despreza qualquer tipo de política industrial e as empresas começam a optar para “bye, bye, Brasil”.

1 Comentário

  1. Carlos Roberto de Oliveira Responder

    Com uma reforma tributária, principalmente, e uma diminuição dos efeitos da pandemia, e um maior respeito pela dinheiro publico, a tendência é que o pais volte a ser atrativo para o capital estrangeiro produtivo.

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