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Pá de cal na Operação Publicano


Cláudio Osti conta no Paçoca com Cebola que por 5 votos a 0 os ministros da 2ª Turma do STF consideraram nulas as provas apresentadas pelo Ministério Público através da delação premiada do então auditor fiscal Luiz Antônio de Souza e da irmã dele Ângela de Souza.

Pior do que isso, os promotores simplesmente perderam os prazos para recorrer. Traduzindo: não há como julgar os denunciados nas Operações Publicano 2,3 e 4.

Não há mais recurso. Isso significa que os condenados na Operação Publicano 1 também deverão ter as ações trancadas, pois foram usadas as delações das mesmas figuras para condenar os citados.

2 Comentários

  1. BENEDITO MACIEL DE GOES Responder

    – Fim do circo. Operação, escandalosamente, midiática a trazer sérios prejuízos à Secretaria de Estado da Fazenda do Estado do Paraná, Coordenação da Receita do Estado – SEFA/CRE, com auditores fiscais afastados com direito LEGAL ao salário integral, a ficar sem produzir o imposto necessário à administração do Estado. A irresponsabilidade destes promotores agora, com certeza, se voltará contra os cofres públicos do Estado com ações por indenizações morais e ou materiais causadas aos acusados de forma leviana e sem quaisquer lastro de provas, uma vez que, não se encontram nos autos da operação publicano uma única prova concreta, robusta, de que os fatos tenham, realmente, ocorridos. QUEM PAGARÁ ESTA CONTA? – O contribuinte, com toda a certeza, pois que, o Estado não tem dinheiro, é o ente mais pobre de uma democaracia, pois o dinheiro é do contribuinte.

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