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Quatro conselheiros da Petrobras decidem deixar o cargo


AGÊNCIA BRASIL

Do Brasil de Fato

A Petrobras informou, por meio de nota divulgada na noite dessa terça-feira (3), que quatro dos onze integrantes do Conselho de Administração da empresa anunciaram a saída. João Cox Neto, Nivio Ziviani, Paulo Cesar de Souza e Silva e Omar Carneiro da Cunha Sobrinho decidiram não ser reconduzidos ao conselho na próxima Assembleia Geral Extraordinária. Quatro conselheiros da Petrobras decidem deixar o cargo. Quatro conselheiros da Petrobras decidem deixar o cargo
Os quatro são representantes do sócio controlador, ou seja, da União, dentro do conselho, e a recondução deles havia sido proposta pelo Ministério de Minas e Energia, em ofício enviado à empresa em 19 de fevereiro.

Omar Carneiro da Cunha justificou sua decisão devido ao anúncio de alterações da diretoria da empresa pelo governo federal. No mês passado, a Presidência da República informou que trocará o comando da Petrobras, colocando o general Joaquim Luna e Silva no lugar do atual presidente da empresa, Roberto Castello Branco.

“Em virtude dos recentes acontecimentos relacionados a alterações na alta administração da Petrobras, e os posicionamentos externados pelo representante maior do acionista controlador da mesma, não me sinto na posição de aceitar a recondução de meu nome como Conselheiro desta renomada empresa, na qual tive o privilégio de servir nos últimos sete meses”, escreveu em mensagem encaminhada à presidência do conselho, segundo a nota divulgada pela empresa.

Já Paulo Cesar de Souza e Silva pediu para não ser reconduzido ao cargo e agradeceu aos diretores e funcionários da empresa por um “excelente trabalho”.

Segundo a nota, João Cox Neto e Nivio Ziviani alegaram razões pessoais para não aceitar uma possível recondução ao cargo na próxima assembleia. (Da Agência Brasil).

1 Comentário

  1. O Brasil é quase auto suficiente na produção de petróleo, intolerável, insuportáveis os preços que se praticam com gasolina, diesel e derivados.
    Os gananciosos “investidores” repassam a desvalorização do real nas bombas, dolarizando os combustíveis, quando o povo consumidor tem seus salários e poder de compra corroído. É preciso criar uma proteção contra esta selvageria capitalista.
    Vão tarde, equipe do senhor Guedes

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