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Bolsonaro agora se defende
sobre atrasos de vacinas


Depois dos ataques de Lula, Bolsonaro se defende sobre atrasos de vacinas, mas não se aguenta e volta a recomendar remédios sem comprovação.
Em discurso nesta quarta-feira no Palácio do Planalto, onde sancionou projetos de lei que ampliam capacidade de aquisição de vacinas, o presidente Jair Bolsonaro se defendeu de críticas sobre atraso do Governo da aquisição dos imunizantes e voltou a recomendar que pessoas com sintomas da doença procurem os serviços de saúde para iniciar o “tratamento imediato”.

Pressionado com informações de que o Governo ignorou ofertas da Pfizer que trariam doses para imunizar a população já em dezembro do ano passado, além de outros atrasos em negociações, Bolsonaro elencou medidas tomadas em relação à vacinação. Citou que fechou o primeiro acordo com a AstraZeneca/Oxford em junho de 2020 e que até agora o país aplicou mais de 10 milhões de doses de imunizantes —”uma população maior que todo o Estado de Israel”. Esse montante, porém, corresponde a cerca de 3% da população brasileira. “O Brasil está fazendo a sua parte”, declarou.

Bolsonaro também voltou a defender medicamentos sem eficácia comprovada para a covid-19. Apesar de admitir que “não existe ainda um medicamento com comprovação científica”, disse que muitos médicos sabem que “também existem tratamentos opcionais”. Citando referendar a opinião do ministro Eduardo Pazuello —que, porém, vem negando que sua pasta tenha orientado a adoção do tratamento precoce, após diversas críticas—, disse que ele próprio e várias pessoas do Planalto tomaram remédios como ivermectina e Annita (nitazoxanida, outro vermífugo) contra o coronavírus. “Desconheço que uma só dessas pessoas tenha ido ao hospital para se tratar.”

2 Comentários

  1. Com raiva do PT colocaram um imbecil no poder.
    Parece aquela estória, “com raiva da cigarra a formiga votou no inseticida”

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