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Divergências levam Ludhmila Hajjar
a recusar convite de Bolsonaro


Ludhmila Hajar apresentou três pontos inegociáveis para ser ministra da Saúde. 1) Vacinação em massa e rápida. 2) descarte do chamado “tratamento precoce com cloroquina. 3 O isolamento social imprescindível. Bolsonaro não aceitou. “Não aceitei”, disse Hajjar em mensagem de texto.

O presidente Jair Bolsonaro se reuniu com Ludhmila Hajjar para tratar da possibilidade assumir o Ministério da Saúde no lugar do general Eduardo Pazuello. O nome da médica contava com o apoio de apoiadores de Bolsonaro no governo e também com respaldo dos ministros do Supremo Tribunal Federal.

Hajjar defende o isolamento social e já afirmou que não existe tratamento precoce contra a covid-19. Divergência incontornável.

Sob pressão no cargo, Pazuello dará entrevista coletiva para apresentar balanço sobre o combate à pandemia no Brasil nesta segunda-feira (15).

Neste domingo (14), o general negou especulações de que estivesse doente e saindo do governo. “Não estou doente, o presidente não pediu o meu cargo, mas o entregarei assim que o presidente pedir. Sigo como ministro da Saúde no combate ao coronavírus e salvando mais vidas”, afirmou o general.(com agência Sputnik Brasil)

1 Comentário

  1. Fez papel de palhaça diante da população. Aceitou ir conversar, mesmo sabendo que JB não aceitaria certas condições. Vaidade e o desejo de 15 minutos de fama na Globo, aonde foi chorar as pitangas logo depois de sair do palácio. Fala sério gente/…

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