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Ludhmila Hajjar aceitaria ser ministra, não ajudante de ordens


Há uma dificuldade quase intransponível para Ludhmila Hajjar aceitar convite de Jair Bolsonaro. Ela não será ministra da Saúde, se mantidas exigências que fariam dela mais uma ajudante de ordens, como foi o general Pazuello. Hoje, a cardiologista comunicará ao governo a sua decisão. E embora tenha apoio extenso no Centrão, inclusive de Arthur Lira, presidente da Câmara, observadores acreditam que ela não aceitará o convite para ser sucessora de Eduardo Pazuello.

1 Comentário

  1. Depois de tudo que ela falou de Bolsonaro nào ganha nada. Ministros não passam de auxiliares do presidente, apesar do título pomposo. Se quer grande dama, continue no hospital.

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