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Direita comemora aniversário
do golpe de 64 em Curitiba


Hoje, em Curitiba, acontece manifestação de comemoração do golpe de 1964. Aliados do presidente Jair Bolsonaro pretendem promover manifestação hoje, no aniversário dos 57 anos do golpe militar de 1964. A direita não desiste. Sonha, por certo, com a repetição dos fatos que há 57 anos culminaram com o golpe militar que instalou o regime ditatorial que se estendeu no Brasil de 1964 até 1985 e foi caracterizado por censura, sequestros e execuções cometidas por agentes da ditadura.

O Golpe Militar de 1964 é o nome que se dá à articulação golpista que, entre 31 de março e 9 de abril de 1964, realizou a tomada de poder, subvertendo a ordem existente no país e dando início à Ditadura Militar, regime ditatorial que se estendeu no Brasil de 1964 até 1985 e foi caracterizado por censura, sequestros e execuções cometidas por agentes do governo brasileiro. Durante o golpe realizado em 1964, o presidente então empossado, João Goulart, foi destituído de seu cargo.

Esta tragédia que os adeptos de Bolsonaro e, agora, especialmente do ministro da Defesa recém empossado, general Walter Braga Netto, que afirmou que o gole deve ser celebrado. Ele emitiu um comunicado nesta terça-feira com a ordem do dia alusiva ao golpe militar de 31 de março de 1964. “Eventos ocorridos há 57 anos, assim como todo acontecimento histórico, só podem ser compreendidos a partir do contexto da época”, escreveu.

3 Comentários

  1. ” subvertendo a ordem existente no país ” , você tá de brincadeira, ,que ordem existia naquele momento:?, um bando de canalhas querendo implantar o comunismo no Brasil.Como vocês querem e tentam desvirtuar a verdadeira história o tempo todo, chegam a serem patéticos.

  2. É impressionante o furor uterino da imprensa com os acontecimentos. Bolsonaro só prova que é o rei do diversionismo. Enquanto os fanáticos da mídia ululam, a mídia fala menos da pandemia e vacinas…

  3. Pelo que a história conta seria a Comemoração do Livramento, não de golpe. Se comemora anistia de guerrilheiros, porque se reconhece que houve guerrilha. Questão de qual lado da trincheira estaria o nobre escriba, no momento. Estive de um, não estive em nenhum, estou em outro. O principal é não se negar a verdadeira história.

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