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Zeca Corrêa Leite lança o livro “Perfume de alfazema e algumas confissões perdidas”


“Perfume de alfazema e algumas confissões perdidas”, livro mais recente do jornalista Zeca Corrêa Leite, foi publicado em plena pandemia, no fim de 2020. O livro conta a história de um casal que se corresponde por cartas, Júlia e Frederico. Eles vivem em lugares distintos e trocam correspondências durante anos. Júlia escreve suas cartas em horários variados do dia, narrando cenas e acontecimentos simples que presencia de sua casa. O moço, por sua vez, dedica-se a escrita somente à noite, ouvindo rádio e tendo um cão sonolento por companhia. O ruído do bonde que passa na rua onde mora quebra o silêncio das altas horas.

Detalhe: as cartas não trazem datas. Júlia, no lugar do cabeçalho, colocou uma frase solta: “um dia assim, não sei de que jeito…”. Frederico surpreende-se com a ousadia, mas aceita de bom grado a novidade. “Gostei tanto que estou copiando-a, se me permite”, confessa. No alto da página, sua frase inicial é: “silêncio, o som mecânico do bonde”.
“Perfume de alfazema e algumas confissões perdidas” escrevi há vários anos. Naturalmente li e reli os originais e sempre terminei a leitura emocionado. Quando leio coloco-me no papel de leitor, não de autor”, ressalta Zeca.

O livro

Perfume de alfazema e algumas confissões perdidas é um romance epistolar, na definição do escritor. Surgiu a convite da produtora cultural Mônica Drummond e Rosemeire Odahara , professora de História das Artes, que queriam produzir um livro que contivesse cartas e envelopes em suas páginas.

A sugestão foi dada durante um almoço. Num momento em que Mônica e Rosemeire levantaram-se para cumprimentar um amigo, Zeca Leite fixou-se na imagem de um lugarejo, a rua de terra, terrenos baldios e ventania. A essa cena havia o perfume de alfazemas. “Surgiu o título nesse instante, mas a trama viria mais tarde por gentileza de Júlia e Frederico. Permitiram-me ler suas cartas”, diz.

O livro vem acondicionado numa caixa como se as cartas trocadas entre os jovens estivessem ali guardadas. Há, inclusive, uma fita enfeixando o volume, fortalecendo o conceito de um conjunto de correspondências antigas. O projeto gráfico – primoroso – é de Adriana Alegria; a revisão de textos ficou a cargo de Michele Müller.
A edição da obra contou com a chancela do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura da Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura Municipal de Curitiba, incentivo cultural da Esfera Informática, V.Weiss Logística e Transportes, Opus Múltipla, Cartrom Embalagens e apoio do escritório Cultural Office.
O autor
Zeca Corrêa Leite é escritor, jornalista, poeta. Participou de antologias poéticas entre elas “Sala 17”, “Feiticeiro inventor”, “Antologia da nova poesia brasileira”. Autor de “Domingo, José vai à festa” (conto), “Quinhentas vozes” (poesia), “Lendas das águas” (prosa), “O velho e alguns escritos” (poesia), “Pequenos poemas traquinas” (infantil). No teatro levou oTroféu Gralha Azul, melhor texto (“Quinhentas vozes”) e no Jornalismo cultural: V Prêmio Saul Trumpet – Jornalista especializado (Cultura e arte).

Serviço:
“Perfume de alfazema e algumas confissões perdidas”, de Zeca Corrêa Leite
facebook.com/perfumedealfazema
@perfumedealfazema
Valor: 40,00 + R$ 11,00 (taxa de correio)
Contatos para venda:
WhatsApp: 41 9 9243 9264
ou
Loja Rose Petenucci Chocolates e Biscoitos Finos
Rua Elias Joaquim, 55
41 3254-8338

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