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Privatizar os lucros, socializar os prejuízos, pedem empresas de ônibus


As concessionárias de transporte coletivo urbano das principais cidades do Paraná não querem sair no prejuízo devido a pandemia de coronavírus, Habituadas a alta taxa de lucros, empresários de ônibus de cidades como Curitiba, Londrina, Maringá, Paranaguá, Foz do Iguaçu, São José dos Pinhais e Ponta Grossa pedem subsídios compensatórios às prefeituras e ao Estado por lucrarem menos no período da pandemia. Com informações do blog do Tupan.

Curitiba cedeu e repassa R$ 150 milhões até o final deste semestre as concessionárias. Elas, com décadas de monopólio do transporte na cidade, tem experiência em pressionar. Impulsionam greves, deixam de depositar o salário dos trabalhadores para forçar greve, estabelecem conluios com os sindicatos de trabalhadores. Veja a situação dessas cidade no Leia Mais.

Paranaguá ficou 27 dias sem ônibus e prefeitura deu subsídio para empresa de R$ 216 mil mensais.

Em São José dos Pinhais o transporte coletivo opera com 60% no horário de pico e 40% nos demais horários, as empresas estão pagando com atraso o salário dos funcionários e a prefeitura aponta para as concessionárias procurarem recursos através de empréstimos nos bancos locais.

Em Maringá, a greve durou poucos dias, a empresa demorou para pagar os funcionários, tirou dinheiro de algum lugar e pediu 20 milhões de aporte.

Os cobradores e motoristas de Londrina terminaram a greve na sexta-feira e as empresas também não procuraram os bancos para fazerem empréstimos e cobram subsídio.

Na cidade de Foz do Iguaçu a prefeitura teve que nomear um interventor para acabar com a greve e pagar os funcionários.

Em Ponta Grossa, durante a greve, a concessionária pediu R$ 50 milhões de aporte e até agora não conseguiu.

Curitiba não teve greve. a prefeitura no ano passado acenou as empresas até R$ 300 milhões de forcinha para a crise.-

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