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Blog Fábio Campana

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Há duas semanas, o Radar mostrou que o ex-ministro Sergio Moro, em conversas com aliados políticos, havia estipulado o mês de outubro como prazo para definir sua possível entrada na disputa presidencial.

Diante das expectativas geradas em torno do seu nome, o ex-ministro acelerou esse processo e agora é oficial. Moro, apesar da esperança de alguns aliados, informou ao seu empregador, a consultoria Alvarez & Marsal, que não será candidato ao Palácio do Planalto em 2022. É carta totalmente fora do baralho.

 

 

Agora é oficial. Ney Leprevost acaba de confirmar a desistência da candidatura à Prefeitura de Curitiba. Em comunicado oficial, Ney diz que esta será uma campanha atípica e ele nao se sente à vontade em expor eleitores e apoiadores ao risco.

Nesta sexta-feira, Ney foi convocado para compor novamente o Governo de Ratinho Junior e auxiliar no processo de retomada.

Com a decisão, o caminho fica livre para Eduardo Pimentel, também do PSD, ser confirmado vice na chapa de Rafael Greca (DEM).

Leia o comunicado oficial na íntegra.

Amigo(a)

O estado de anormalidade está demorando mais tempo do que imaginávamos para passar.

As eleições este ano serão atípicas. Pouco democráticas.

Devido a Covid 19, é impossível prever o percentual de eleitores que irão às urnas.
Certamente não acontecerão reuniões públicas, caminhadas nos bairros, visitas as casas das pessoas, jantares por adesão…

G1

O ministro da Economia, Paulo Guedes, confirmou na manhã desta terça-feira (9) que o governo vai prorrogar por dois meses o pagamento do auxílio emergencial. Porém, o governo ainda não deixou claro se o valor do auxílio será mantido ou se haverá uma redução.

“O presidente já lançou e comunicou isso que, por dois meses, nós vamos estender o auxílio emergencial”, afirmou Guedes nesta terça. Na semana passada, o presidente Jair Bolsonaro já tinha dito que conversou com o ministro da Economia sobre a prorrogação do benefício.

Desde 17 de abril, quando entrou em vigor a resolução 01/2020, que estabelece medidas para serem colocadas em prática pelos estabelecimentos comerciais e de serviço em atividade, os fiscais da Secretaria Municipal do Urbanismo realizaram 263 fiscalizações em Curitiba. Foram ações diurnas e noturnas, em diferentes bairros, que resultaram em 229 notificações sobre questões relacionadas à covid-19 e 112 notificações por irregularidades apresentadas nos alvarás.

Os fiscais também aplicaram ações de embargo em 26 estabelecimentos que acabaram tendo as atividades encerradas no ato da fiscalização.

da Banda B

O alto movimento de bares, com registro de várias aglomerações, pode levar a Prefeitura de Curitiba a tomar medidas “drásticas” contra estabelecimentos comerciais. A informação foi confirmada em live realizada pela secretária municipal da Saúde, Márcia Huçulak, na tarde desta segunda-feira (8).

Huçulak afirmou que a situação está ficando complicada em Curitiba e que é muito preocupante ver aglomerações como as do último fim de semana. “Eu tenho falado desde o início que o tamanho da pandemia depende do poder público se organizar, mas depende de você cidadão, de você comerciante. Você, dono de bar, quer abrir? Abra com responsabilidade. Infelizmente vamos ter que tomar medidas drásticas e já estava conversando com a Secretaria Municipal do Urbanismo”, disse.

G1

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta segunda-feira (8) que o Ministério da Saúde retome a divulgação dos dados acumulados do coronavírus.

Alexandre de Moraes tomou a decisão ao analisar uma ação apresentada pelos partidos Rede Sustentabilidade, PSOL e PCdoB. O ministro determinou que a Advocacia-Geral da União (AGU) preste as informações “que entender necessárias” no prazo de 48 horas.

Antes, o Ministério da Saúde divulgava os dados totais de pessoas infectadas, mortes e curvas de infecção por região, por exemplo. Na semana passada, o governo mudou a forma. Decidiu excluir os dados totais e divulgar somente os dados referentes às últimas 24 horas.

Andréia Sadi, G1

Menos de uma semana após a saída de Luiz Henrique Mandetta do governo Bolsonaro, o presidente da República foi ao hotel de trânsito de oficiais, em Brasília, para uma visita. Lá, no dia 21 de abril, reuniu-se com o general Eduardo Pazuello, que seria oficializado como numero 2 do Ministério da Saúde.

A escolha de Pazuello foi comunicada ao então ministro Nelson Teich. Foi uma decisão pessoal do presidente Jair Bolsonaro, avalizada pelos militares que ocupam cargos políticos no governo.