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Aécio Neves

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GC folhapress 13.03.16

da Folha de S. Paulo

O governador Geraldo Alckmin e o senador Aécio Neves (MG), ambos do PSDB, foram hostilizados em sua breve passagem pelo ato pró-impeachment ocorrido neste domingo (13) na avenida Paulista.

A manifestação é o maior ato político já registrado na cidade, superando inclusive o principal ato pelas Diretas Já, em 1984. Segundo números do Datafolha, 500 mil pessoas estiveram presentes na região da avenida Paulista.

No protesto, a participação de Alckmin e Aécio durou um pouco mais de 30 minutos.

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O Paraná Pesquisas foi conferir como anda o humor do eleitor carioca em relação à administração federal. Na cidade, a reprovação de Dilma Rousseff é de 86,2%, segundo o instituto. O estudo também verificou a popularidade de possíveis candidatos para 2018. Aécio Neves e Marina Silva aparecem com ampla vantagem sobre os rivais que, nesta pesquisa, vão de Lula a Eduardo Cunha. O levantamento foi realizado entre os dias 8 e 12 de julho de 2015.

Confira, a seguir, os resultados.

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Aécio Neves:

A velha cantilena usada de forma estridente pelo governo petista sempre que se sente acuado já não surte efeito. Mais uma vez, o grito de guerra de um hipotético complô contra o partido está em curso. A estratégia tem uso recorrente. Em momentos distintos, já foi usada para atacar a mídia, as elites intelectuais, os protestos de rua e por aí afora.

Nesse raciocínio, tudo o que contraria os interesses do PT é golpe. No atual contexto, a imprensa divulga os escândalos do petrolão? Trata-se da imprensa golpista. O TCU analisa as contas do governo Dilma? Para o PT é golpe. O TSE investiga se houve recursos de propina na campanha da presidente? Golpe de inconformados, dizem os petistas. A Polícia Federal e o Ministério Público cumprem com independência suas funções? Golpe, dizem eles. Milhões de pessoas ocupam as ruas com críticas ao governo? Trata-se de golpistas de direita, analisa o partido. Ninguém escapa, somos todos golpistas –menos os iluminados do PT.

Foto: Igo Estrela aecio-nevesFoto Igo Estrela

Ontem (7), em entrevista à Rádio Gaúcha, ao responder uma pergunta sobre as chances de Impeachment de Dilma Rousseff (PT), Aécio Neves (PSDB) citou o fato de ele ter sido reeleito presidente da República. Na verdade, Aécio referia-se à sua recondução à presidência do PSDB, que aconteceu após eleição no último domingo (5). “O que nós dissemos na convenção deste domingo, que me reelegeu presidente da República, é de que o PSDB é um partido pronto para qualquer que seja a saída, inclusive a permanência da presidente”, disse Aécio, presidente do PSDB.

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do Painel, Folha de S. Paulo:

A convenção do PSDB evidenciou que, apesar de comungarem da avaliação de que a permanência de Dilma Rousseff caminha para se tornar insustentável, Aécio Neves, Geraldo Alckmin e José Serra divergem sobre o caminho que o partido deve seguir. Enquanto o senador mineiro e seu grupo defendem que a melhor alternativa seria a cassação da presidente e de seu vice, Michel Temer, pela Justiça Eleitoral, os paulistas preferem a saída em que o peemedebista assuma o Planalto.

A presidente Dilma Rousseff ficou muito irritada com todo este problema criado pelos senadores de oposição, liderados pelo tucano Aécio Neves (PSDB-MG), que decidiram ir à Caracas para uma visita de solidariedade aos representantes da oposição venezuelana, que estão presos no país vizinho, acusados de incitar o uso da violência nos protestos de 2014 contra o presidente Nicolás Maduro. Dilma achou que esta iniciativa da oposição colocou o governo brasileiro em uma espécie de “armadilha”, criando um “constrangimento” para o Brasil. O Planalto considera que a viagem foi uma intromissão em assuntos internos da Venezuela. As informações são da Agência Estado.

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Dá para entender melhor por que Lula vive dizendo que Dilma está acabando com o patrimônio político e eleitoral dele?

do Ricardo Noblat:

Se a eleição para presidente da República tivesse ocorrido no Distrito Federal entre os últimos dias 25 e 28, Aécio Neves e Marina Silva teriam batido com folga uma eventual candidatura de Lula.

Foi o que apurou a mais recente pesquisa eleitoral do Instituto Paraná Pesquisas, que ouviu 1.280 eleitores. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.

Apresentados os nomes dos candidatos, foram esses os resultados:

– Aécio Neves – 40,3%

– Marina Silva – 24,7%

– Lula – 17,6%

– Eduardo Cunha – 3,4%

– Não sabe – 6,5%

– Nenhum deles – 7,5%

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Aécio Neves:

A conta do populismo e da irresponsabilidade da gestão petista começa a chegar ao bolso dos brasileiros. E ela será bem alta, especialmente para os que menos têm.

Na contramão da economia global, que crescerá 3,5% este ano, o Brasil está no pequeno grupo de 16 entre 189 países que caminham para a recessão, segundo o FMI.

O PIB encolheu, o salário real teve a sua maior queda desde 2004, segundo o IBGE, e o desemprego encosta nos 8%, pelos dados da PNAD. A inflação acelerou, superando 8% em doze meses e em apenas quatro meses deste ano já superou 4,5%, a meta oficial para o ano.

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A coluna Painel da Folha de S. Paulo relata nesta segunda-feira, 20, que depois de se encontrar na sexta-feira (17) com Luiz Edson Fachin, no Palácio Iguaçu, o governador Beto Richa (PSDB-PR) telefonou para o senador Aécio Neves (MG), presidente nacional do PSDB, e defendeu a aprovação do jurista indicado pela presidente Dilma Rousseff (PT) para o STF (Supremo Tribunal Federal).

Já Dilma, aponta Murilo Ramos na revista Época, pediu à ministra da Agricultura Kátia Abreu (PMDB) que convença colegas da Comissão de Constituição e Justiça do Senado de que Fachin não é amigo do MST. Acredita que a intervenção de Kátia facilitará a vida de Fachin em sua sabatina. A mulher Fachin, a desembargadora Rosana, se encarregou de distribuir currículos do marido, guardados numa pastinha, a senadores da comissão.

O jurista paranaense já tem apoio dos senadores Alvaro Dias (PSDB), Gleisi Hoffmann (PT) e Roberto Requião (PMDB). “O jurista paranaense, competente e suprapartidário, valorizará a suprema corte do País. Tem nosso integral apoio e a certeza de que sua presença no Supremo honrará a magistratura brasileira”, disse Alvaro Dias.