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A defesa da ex-presidente Dilma Rousseff, segundo o blog 247, apresentou na noite de segunda-feira 13 ao ministro Herman Benjamin, relator no Tribunal Superior Eleitoral do processo que julga a cassação da chapa Dilma/Temer, pedidos de mais de uma dezena de testemunhas, entre elas do ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, do advogado José Yunes, ex-assessor especial e melhor amigo de Michel Temer, e dos presidentes dos nove partidos que integraram a coligação liderada por Dilma na campanha de 2014. Ela pede ainda acesso ao compartilhamento do conteúdo das delações de funcionários da Odebrecht ouvidos pelo TSE, preservando-se o sigilo decretado, e que o ministro reconsidere o veto aos trechos que mencionam o senador Aécio Neves (PSDB-MG) nos depoimentos de Marcelo Odebrecht e Benedito Júnior, vetados nesta segunda-feira pelo relator.

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O Globo

O senador Delcídio Amaral (PT-MS) citou pelo menos cinco colegas de Senado em sua delação premiada. Entre eles estão o presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), e Aécio Neves (PSDB-MG), principal nome da oposição e candidato derrotado nas eleições presidenciais de 2014. A reportagem do GLOBO confirmou a informação junto a pessoas com acesso ao caso.

lula - foto RS _instituto lula

d’O Globo

Pesquisa Ibope, divulgada nesta segunda-feira, 26, pelo jornal O Estado de S. Paulo, revela que a rejeição ao ex-presidente Lula (PT) aumentou. O percentual daqueles que dizem que não votam de jeito nenhum em Lula aumentou de 33% (maio de 2014) para 55%. O índice dos que votariam no petista em 2018 é de 23%. Em maio do ano passado, o percentual de possíveis eleitores era de 33%.

O levantamento, realizado entre os dias 17 e 21 de outubro, pesquisou o potencial de voto de alguns dos principais políticos que podem vir a disputar a presidência da República em 2018.

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Se houvesse um segundo turno hoje, entre Aécio Neves e Lula, o mineiro venceria por 50% a 31%; se fosse José Serra contra o ex-presidente, o tucano levaria por 43% a 36% e se o candidato do PSDB fosse Geraldo Alckmin, seria 41% e 37% para o petista. São dados de nova pesquisa Ibope, que o instituto faz mensalmente envolvendo várias questões. Alckmin não gostou, mas acha que, até 2018 muita coisa pode mudar e mantém sua pré-candidatura entre o tucanato mais chegado. Ele e Aécio não estão conversando. Em eventos públicos, tratam apenas, se juntos, de manter as aparências. A novidade é o bom resultado para Serra, incluído pela primeira vez no levantamento.

lula - comício bahia - foto instituto lula

Lula é o preferido do eleitor baiano para 2018, é o que diz levantamento realizado pelo Paraná Pesquisas, que ouviu mais de mil eleitores em mais de 60 municípios do Estado entre os dias 21 e 26 deste julho. Nos três cenários projetados para um possível primeiro turno, contra Aécio, Serra ou Alckmin, Lula aparece na liderança. Nem Marina Silva tirou a ponta do petista, que só perderia em uma disputa direta com Aécio Neves. Nesta possibilidade, sem a presença de outros candidatos, o tucano levaria a melhor. Curiosidade: no segundo turno, em 2014, aproximadamente 70% dos eleitores da Bahia votaram em Dilma. Hoje, de acordo com a pesquisa, apenas 14,9% preferem Dilma a Aécio.

Em tempo. Se Alvaro Dias quiser levar a sério a ideia da candidatura à Presidência da República em 2018, terá um longo caminho a percorrer na região. É apenas o 4° tucano escolhido pelo eleitor baiano, com 4,6% da preferência.

– Foto: Ricardo Stuckert / Instituto Lula

Confira, a seguir, a pesquisa completa.

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Nas eleições presidenciais, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) venceria o ex-presidente Lula (PT), segundo a pesquisa CNT/MDA divulgada nesta terça-feira, 21. No primeiro cenário, o primeiro turno mostra Aécio na frente com 35,1%, e Lula em segundo, com 22,8%. Em seguida, Marina Silva (PSB) com 15,6% e Jair Bolsonaro (PP) com 4,6%. No segundo turno, 49,5% dos entrevistados votam em Aécio e 28,5% em Lula.

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O presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), disse ontem que a presidente Dilma Rousseff “não está bem” de raciocínio por ter afirmado que “não respeita delator”, em referência a Ricardo Pessoa, dono da UTC. Ao ironizar Dilma, o tucano afirmou que a presidente “ou não está raciocinando adequadamente ou acredita que pode continuar a zombar da inteligência dos brasileiros”. As informações são da Folhapress.

Em nota divulgada pelo senador para comentar as declarações de Dilma sobre a delação premiada de Pessoa, Aécio afirmou que Dilma cometeu o “acinte” de comparar a delação do empresário à pressão que a presidente sofreu na ditadura militar para delatar seus companheiros de luta pela democracia.

Foto: Du Amorim/A2 FOTOGRAFIA alckmin -  Du Amorim-A2 FOTOGRAFIA

d’O Globo:

O anúncio da eleição do deputado estadual Pedro Tobias para presidente do Diretório Estadual do PSDB de São Paulo neste domingo (14) foi transformado em ato pelo lançamento da candidatura do governador Geraldo Alckmin a presidente da República em 2018. Tobias, que é ligado a Alckmin, disse que o Brasil está doente, atacado pela corrupção, e que precisa de “um médico para salvá-lo”. Alckmin é médico anestesista.

— O governador, como médico, gosta de gente. Esse é o nosso governador, que cuida de São Paulo. O país precisa de um médico, porque está doente, corrompido — disse Tobias, ao ser escolhido presidente do Diretório Estadual do PSDB. Para ele, o país quer “Geraldo presidente”. Tobias vai comandar o partido em São Paulo nos próximos dois anos.

Foto: George Geanni aecio -2

A oposição reagiu com rapidez ao pronunciamento da presidente Dilma Rousseff na noite deste domingo (8). O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), disse que a petista “inventa bodes expiatórios” e mente para a população. Para Aécio, a única parte do pronunciamento em que é possível dar razão a Dilma é quando ela diz que os brasileiros têm o direito de se “irritar e se preocupar”. “A presidente tem razão num ponto: os brasileiros estão irritados e preocupados. E sabem bem com o quê e com quem.” As informações são da Folha de S. Paulo.

Em nota, o tucano disse que Dilma “terceiriza responsabilidades que são exclusivamente do governo dela e fornece um enredo irreal à população”. Ele ironizou o pedido de união feito pela petista: “Apenas quem é capaz de admitir seus erros, buscar o diálogo e respeitar as diferenças, é capaz de apontar novos caminhos e liderar um consenso. Não é o caso da presidente.” Aécio disse que, “ao contrário do que foi dito”, o ajuste imposto “penaliza mais os mais fracos e mais pobres”.