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Há de tudo do espectro politico, inclusive servidores públicos e professores, no acampamento erguido no Centro Cívico para protestar contra o pacote de medidas de ajuste fiscal de Beto Richa. Nos dias de carnaval, muito samba, suor e cerveja e bem humorada extração de marchinhas e motes contra o governo.

Houve uma espécie de vigília com rotatividade para não deixar o movimento se extinguir. Embora o governo tenha cedido e chamado a APP para negociações que levem ao fim da greve, os movimentos que participam do protesto querem estendê-lo ao máximo, apostando no desgaste do governador. Estão nessa linha especialmente os partidos políticos de oposição, a começar pelo PT de Gleisi Hoffmann, o PMDB de Requião e congêneres.

Os deputados da oposição lutam com todos os argumentos contra a realização da sessão da Assembleia, hoje, às 14h30, no prédio administrativo da Casa. A insegurança aventada por eles é roduzida pelos manifestantes que eles apoiam. Ou seja, o argumento soa a deboche.

Nota Oficial da Bancada de Oposição na Alep

A Bancada de Oposição na Assembleia Legislativa se manifesta contrária à realização da sessão plenária da tarde desta quinta-feira (12), programada para às 14h30, no prédio administrativo da Casa.

Os parlamentares informam que não há condições para a realização da sessão, seja dentro ou fora das instalações do Legislativo, tanto para parlamentares, servidores da Casa e trabalhadores que se manifestam contra a votação, em Comissão Geral, do “pacote de maldades” do governo.

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Deputados de oposição ao governo Beto Richa (PSDB) publicaram nota em que informam que não participação da sessão de agora em que o governo deverá aprovar o conjunto de medidas de contenção de gastos que os professores consideram que os prejudicam. A seguir, a nota.

Nota Oficial da Bancada de Oposição na Alep

Os deputados da Bancada de Oposição na Assembleia Legislativa (Alep) comunicam que não irão comparecer à sessão plenária convocada para a tarde desta quarta-feira (11), às 14h30, no 5o andar do prédio administrativo (antigo restaurante) da Casa.

A Oposição rechaça veementemente a realização de sessão em local que não seja o plenário da Alep. O fato representa um grave atentado à participação popular no processo legislativo estadual.

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O presidente da Assembleia, Ademar Traiano, convocou os deputados para o seu gabinete, hoje pela mamnhã. Ali presidiu a sessão suspensa ontem e a encerrou. Até, porque ela só teria valor por 24 horas.

Traiano reconvocou os deputados para nova sessão ordinária prevista para hoje, às 14h30, em local ainda não designado.

O deputado Luiz Cláudio Romanelli (PMDB), líder do Governo, informou que pretende apresentar na sessão desta quarta-feira (11), a partir das 14h30, um novo requerimento propondo a discussão e votação dos dois projetos do Governo do Estado que propõem um conjunto de medidas para cortar gastos públicos. São eles: o projeto de lei complementar nº 6/15, que institui no Paraná o regime de previdência complementar; e o projeto de lei nº 60/15, que dispõe sobre a criação do Programa de Estímulo à Cidadania Fiscal.

Se apresentado hoje o requerimento que transforma a sessão em Comissão Geral, ele deve ser votado somente na próxima sessão plenária. Isto porque o Regimento Interno prevê que haja um prazo de 24 horas entre a apresentação da propositura de Comissão Geral e sua efetiva instalação.

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O oficial de justiça Hamilton Campos notificou os invasores da Alep. Campos conseguiu localizar o presidente da APP-Sindicato, Hermes Leão, que estava escondido na liderança do PT e entregou a ordem de reintegração de posse. O professor, visivelmente alterado, não assinou a notificação por causa da multa de R$ 10 mil por hora que está valendo desde às 5h30. “Irredutível”, negou-se a assinar o documento e seguiu apressado para o gabinete da liderança do PT, onde era aguardado pelos deputados petistas para uma reunião que vai decidir o rumo da greve.

O oficial informou que a ordem judicial determinava a desocupação para às 6 horas, momento a partir do qual estaria valendo a multa de R$ 10 mil por hora para cada um dos três manifestantes citados na ação. Hamilton Campos não disse até que horas o prédio tem que ser desocupado a partir de agora, mas afirmou que “há possibilidade de uso da força policial”.

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Quando ficou claro que as manobras da oposição para retardar a votação do requerimento que transformava o Plenário em Comissão Geral, permitindo a votação das mensagens do governo, o deputado Professor Lemos (PT) deu a ordem para a presidente da APP, Marlei Fernandes Carvalho: “Você sabe o que fazer”. O comando surtiu efeito imediato com uma horda de professores e militantes profissionais avançaram contra os portões da Assembleia que foram forçados e derrubados.

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A deputada Mara Lima (PSDB) levou uma garrafada de água de um manifestante ao se retirar hoje (terça-feira, 10) do plenário invadido na Assembleia Legislativa. Abalada, Mara Lima disse que não identificou o agressor que atingiu com o vasilhame no seu peito. A deputada foi fazer exame de corpo delito e deve registrar boletim de ocorrência. Os vídeos serão rastreados para identificar o agressor.

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No momento em que o Plenário da Assembleia Legislativa acabava de aprovar por 34 votos a 19, por volta das 17h30, o requerimento que transformava o Plenário em Comissão Geral para a votação do projeto de lei complementar de nº 6/15 e do projeto de lei nº 60/15, a sessão plenária desta terça-feira (10) teve que ser suspensa pelo presidente da Casa, deputado Ademar Traiano (PSDB), em face da invasão das instalações do Legislativo por inúmeros manifestantes. Eles protestavam contra as propostas do Governo do Estado que dispõem sobre a redução de gastos do Executivo.

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O presidente da Assembleia Legislativa, Ademar Traiano (PSDB), acaba de firmar um acordo com a APP-Sindicato e dirigentes de 17 sindicatos que englobam os servidores públicos estaduais. Eles foram recebidos no gabinete da presidência e ficou definido que será liberada a entrada dos manifestantes para assistir a sessão. O plenário tem capacidade máxima para 425 pessoas sentadas.
Traiano fez um apelo aos sindicalistas para que orientem os servidores a manter um tratamento respeitoso aos deputados. “Queremos conduzir o processo de forma democrática e não vamos barrar o direito das pessoas de participarem, mas se alguém se exaltar vamos retirar do plenário”, avisou o presidente. Os dirigentes se comprometeram a escolher as pessoas que vão entrar e orientar os professores para evitar conflitos. Participaram da reunião também o deputado José Lemos (PT) e o 1º secretário Plauto Miró (DEM).